Weg tem alta de 48% no lucro líquido do 4º tri, para R$ 742 milhões

A Weg reportou hoje (24) um lucro líquido de R$ 742,2 milhões no quarto trimestre do ano passado, uma alta de 48,3% em relação ao mesmo período de 2019, com aumento de receitas nos mercados interno e externo, bem como melhora de margens.

Nesse período, a companhia investiu R$ 158,4 milhões em modernização e expansão de capacidade produtiva, máquinas e equipamentos e licenças de uso de softwares, sendo 51% para as unidades produtivas no Brasil e 49% a parques industriais e demais instalações no exterior. No mesmo período do ano anterior, investimentos somaram R$ 180,3 milhões.

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O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) da fabricante de motores elétricos, tintas industriais e produtos de automação e controle industrial cresceu 47,2%, para R$ 981 milhões, com margem de 20,1%, ante 17,6% um ano antes.

Observamos, neste trimestre, a continuidade na melhora da atividade econômica, em especial no Brasil, onde a retomada, observada desde o terceiro trimestre, manteve elevada a demanda por nossos produtos e soluções”, afirmou a Weg em documento sobre o balanço à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A empesa completou: “esta recuperação, aliada aos nossos esforços para controles de custos e eficiência operacional, foram fatores determinantes para o bom resultado apresentado neste trimestre”.
A receita operacional líquida cresceu 29,4% ano a ano, para R$ 4,9 bilhões, com alta de 36,8% no mercado interno e 23,7% no mercado externo.

No exterior, a companhia disse que continuou a observar uma recuperação gradual nos negócios de ciclo curto “que, apesar de mais lenta, se mantém constante desde o final do segundo trimestre de 2020, nos piores meses do impacto da pandemia em nossos negócios”.

A atividade relativa aos projetos de ciclo longo, principalmente na área de Equipamentos Eletroeletrônicos Industriais, apresentou sinais de volatilidade, segundo a Weg, conforme antecipado, o que reduziu o ritmo de crescimento, resultando na queda de 5,5% na receita consolidada em moedas locais no mercado externo.

As despesas de vendas, gerais e administrativas consolidadas totalizaram R$ 589,4 milhões, acréscimo de 19,1% frente ao mesmo período do ano anterior. Quando analisadas em relação à receita operacional líquida, porém, representaram 12,1%, queda de 1%. (com Reuters)

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