Fortuna de Melinda French Gates vai a US$ 3,3 bilhões após nova transferência de ações em acordo de divórcio

Reprodução/Forbes
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Ainda não está claro quem ficará com a principal residência da família, uma propriedade de US$ 131 milhões

A Cascade Investment, holding e empresa de investimentos de Bill Gates, transferiu US$ 851 milhões em ações da fabricante de equipamentos agrícolas Deere & Co. para Melinda Gates no dia 13 de maio, de acordo com os arquivos da Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês). Bill já havia transferido US$ 2,4 bilhões em ações de outras três empresas: Canadian National Railway, Femsa e Grupo Televisa. As primeiras operações foram realizadas em 3 de maio, dia em que o casal anunciou o divórcio. Melinda French Gates agora tem cerca de US$ 3,3 bilhões em patrimônio, estima a Forbes.

Bill continua a ser a quarta pessoa mais rica do mundo, com um patrimônio líquido estimado em US$ 126,1 bilhões após a última transferência de ações. Quanto a Melinda, ainda não está claro como ficará sua fortuna após o divórcio. A dupla pediu a um juiz em Washington para seguir com um acordo de separação, um contrato normalmente assinado quando os cônjuges estão morando separados, mas ainda não se divorciaram. Os termos do acordo não foram divulgados, por isso ainda não se sabe quem ficará com a principal residência da família, uma propriedade de US$ 131 milhões apelidada de Xanadu 2.0, além de outras casas, aviões particulares, uma coleção de arte e grandes propriedades agrícolas.

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Na petição de divórcio, Bill e Melinda disseram que o relacionamento encontrava-se “irremediavelmente rompido”, sem dar detalhes sobre os motivos da separação. Melinda começou a consultar advogados de divórcio já em 2019, depois que encontros do então marido com o falecido Jeffrey Epstein, acusado de crimes sexuais, vieram à tona, segundo informações do The Wall Street Journal.

Além disso, um porta-voz de Bill admitiu que ele teve um relacionamento extraconjugal com uma funcionária da Microsoft em 2000, o que motivou uma investigação do conselho da empresa em 2019. Bill deixou o conselho da Microsoft antes que a investigação fosse concluída, embora o porta-voz negue que ele tenha deixado o cargo por causa da investigação. “Houve um caso há quase 20 anos, que terminou amigavelmente. A decisão de Bill de sair do conselho não teve nenhuma relação com este assunto ”, disse o porta-voz à Forbes.

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