Carvão metalúrgico e coque ampliam rali em Dalian; minério de ferro salta 6%

O contrato mais negociado do carvão fechou em alta de 5,8%, a US$ 380,50 por tonelada.

Redação
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William Hong/Reuters
William Hong/Reuters

Estoque de carvão em usina de carvão coque em Yuncheng, China

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Os contratos futuros do carvão metalúrgico e do coque negociados em Dalian atingiram máximas recordes hoje (24), ampliando um forte rali alimentado por preocupações com a oferta das matérias-primas siderúrgicas na China, maior produtora de aço do mundo.

O contrato mais negociado do carvão coque na bolsa de commodities de Dalian fechou em alta de 5,8%, a 2.465 iuanes (US$ 380,50) por tonelada, depois de atingir um recorde histórico de 2.571 iuanes.

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Já o coque avançou 6,5%, para 3.150 iuanes por tonelada, após tocar uma máxima de 3.267,50 iuanes.

As perspectivas de um aperto prolongado nas ofertas de carvão coque na China deram suporte aos preços, elevando também o custo do coque, a forma processada do carvão metalúrgico.

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“Algumas empresas de coque já enfrentaram perdas e restringiram a produção de forma ativa”, disseram analistas da Sinosteel Futures em nota.

Os futuros do minério de ferro se recuperaram, com os preços da commodity negociada em Dalian estendendo ganhos registrados no “overnight”, à medida que um alívio em temores relacionados ao surto de Covid-19 na China ajudou a acalmar os nervos no mercado após vários dias de liquidação por preocupações com a demanda.

O contrato mais negociado do minério de ferro em Dalian, para entrega em janeiro de 2022, saltou 6,2%, a 817,50 iuanes por tonelada, recuperando-se de uma mínima de sete meses e meio registrada na última sexta-feira (20).

Na bolsa de Cingapura, o contrato mais ativo do minério de ferro avançava 8,2%, a US$ 146,90/tonelada. (Com Reuters)

 

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