Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caem com recuperação contínua do mercado de trabalho

Com recorde de 10,1 milhões de vagas formais abertas no final de junho, número de solicitações caiu em 12 mil

Redação
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REUTERS/Shannon Stapleton/File Photo
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Com recorde de 10,1 milhões de vagas abertas no final de junho, número de solicitações de auxílio-desemprego caiu em 12 mil

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O número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego recuou na semana passada, sinal de que a recuperação econômica da pandemia de Covid-19 continua ganhando impulso.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego do Estado caíram em 12 mil, para um número com ajuste sazonal de 375 mil na semana encerrada em 7 de agosto. Os dados da semana anterior foram revisados para mostrar 2 mil novos pedidos a mais do que o relatado anteriormente.

VEJA TAMBÉM: Preço ao consumidor nos EUA desacelera em julho, mas inflação permanece alta

Economistas consultados pela Reuters previam 375 mil novos pedidos para a última semana. Os pedidos não ajustados, que oferecem uma melhor leitura do mercado de trabalho, caíram em 5.198, para 320.517 na semana passada.

Os pedidos permanecem bem acima do nível pré-pandemia de 256 mil, embora tenham caído de um recorde de 6,149 milhões no início de abril de 2020.

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Ainda há temores de que o aumento dos casos de coronavírus causados pela variante Delta possa retardar a recuperação do emprego em meio à escassez de trabalhadores. Houve um recorde de 10,1 milhões de vagas abertas no final de junho. Cerca de 8,7 milhões de norte-americanos estão oficialmente desempregados.

A economia recuperou rapidamente a força e ultrapassou seu pico pré-pandemia no segundo trimestre, com trilhões de dólares em ajuda governamental e o aumento das vacinações contra a Covid-19 alimentando os gastos com bens e serviços.

Os preços ao produtor nos Estados Unidos aumentaram mais do que o esperado em junho, mostrou um relatório separado do Departamento do Trabalho divulgado na semana passada, sugerindo que a inflação pode permanecer alta, uma vez que a forte demanda continua prejudicando as cadeias de abastecimento.

O índice de preços ao produtor para a demanda final subiu 1,0% no mês passado, após alta de 1,0% em junho. No acumulado de 12 meses até julho, o índice saltou 7,8%. (Com Reuters)

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