Petrobras confirma contratação de JPMorgan para assessorar venda de fatia na Braskem

O Novonor, mais conhecido como Odebrecht, retomou a venda do controle acionário da Braskem em abril, mas até agora não encontrou comprador.

Redação
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Sergio Moraes/Reuters
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Dada a complexidade de vender unidades da empresa para diferentes compradores, a Petrobras decidiu contratar um consultor para analisar possíveis negócios

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A Petrobras informou hoje (9) que contratou o JPMorgan como assessor para vender a sua participação na petroquímica Braskem. A empresa confirmou reportagem da Reuters, publicada na última quinta-feira (5), com base em três fontes a par do assunto.

“A Companhia confirma que contratou o JP Morgan para assessoramento financeiro da eventual e futura transação referente à sua participação na Braskem”, disse a Petrobras.

Na manhã de quinta-feira, executivos da Petrobras disseram em teleconferência com investidores que haviam contratado assessores para vender sua fatia na Braskem, sem dar mais detalhes.

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O conglomerado Novonor, antes conhecido como Odebrecht, retomou a venda do controle acionário da Braskem em abril, mas até agora não encontrou comprador. Mesmo assim, Morgan Stanley, assessor da Novonor, recebeu propostas para alguns ativos da petroquímica. A empresa possui fábricas no Brasil, México e nos Estados Unidos.

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Dada a complexidade de vender unidades da empresa para diferentes compradores, a Petrobras decidiu contratar um consultor para analisar possíveis negócios.

A petroleira, que também tem interesse em vender sua participação na empresa, tem sido mais favorável a uma venda por meio de uma oferta de ações, mas a Novonor, como acionista controladora, prefere uma venda do ativo porque busca um prêmio por sua fatia controladora. Em recuperação judicial, a Odebrecht precisa levantar recursos para pagar seus credores.

Há dois anos, um acordo de venda da Braskem para a LyondellBasell Industries BV fracassou, pois a petroquímica começou a enfrentar problemas ambientais relacionados às suas atividades de mineração na cidade de Maceió (AL). (com Reuters)

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