Moody's eleva rating da CSN, cita redução de dívida e forte demanda por aço

Entre os motivos para a decisão, a Moody's citou a posição de caixa da CSN de R$ 22,2 bilhões no fim de junho.

Redação
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Muyu Xu/File Photo/Reuters
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A agência previu ainda que as operações de minério de ferro da empresa seguirão fortes com base em preços ainda altos até 2022

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A agência de classificação de risco de crédito Moody’s elevou hoje (3) o rating da siderúrgica CSN, de Ba3 para Ba2, citando a melhora no perfil de liquidez e alavancagem da empresa nos últimos meses.

Entre os motivos para a decisão, a Moody’s citou a posição de caixa da CSN de R$ 22,2 bilhões no fim de junho, valor que sobe a R$ 25,3 bilhões se incluir as ações que detém da Usiminas. A agência também mencionou no relatório as iniciativas da CSN para aumentar a liquidez financeira, incluindo o IPO (oferta inicial de ações) de R$ 4 bilhões da subsidiária CSN Mineração.

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“O cronograma de amortização da dívida da CSN também melhorou substancialmente com iniciativas de gestão de passivos que reduziram os custos da dívida e aumentaram o prazo da dívida”, frisou a Moody’s.

A agência previu ainda que as operações de minério de ferro da empresa seguirão fortes com base em preços ainda altos até 2022, volumes de vendas relativamente estáveis ​​e uma taxa de câmbio favorável para exportações, enquanto o negócio de aço se beneficiará de níveis de preços mais altos do que históricos, demanda firme no Brasil e maior lucratividade após investimentos feitos pela CSN em um alto-forno para melhorar a eficiência.

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A perspectiva estável reflete a expectativa da Moody’s de que as operações da empresa continuarão a ter um bom desempenho nos próximos 12 a 18 meses. (Com Reuters)

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