Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA têm alta inesperada

O Departamento do Trabalho registrou 351 mil novos pedidos na semana encerrada em 18 de setembro.

Redação
Compartilhe esta publicação:
REUTERS/Bryan Woolston
REUTERS/Bryan Woolston

O Departamento do Trabalho registrou 351 mil novos pedidos na semana encerrada em 18 de setembro

Acessibilidade


O número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego aumentou inesperadamente na semana, embora o mercado de trabalho continue a se recuperar.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego aumentaram em 16 mil, para 351 mil em dado ajustado sazonalmente, na semana encerrada em 18 de setembro, informou o Departamento do Trabalho hoje (23).

Economistas consultados pela Reuters projetava 320 mil medidos na semana passada.

Acompanhe em primeira mão o conteúdo do Forbes Money no Telegram

O furacão Ida, no final de agosto, devastou a produção de energia na costa dos EUA e derrubou a energia em Louisiana. Também provocou inundações no Mississippi, Nova York e Nova Jersey.

Inscreva-se para receber a nossa newsletter
Ao fornecer seu e-mail, você concorda com a Política de Privacidade da Forbes Brasil.

As solicitações de auxílio-desemprego caíram de um recorde de 6,149 milhões no início de abril de 2020, mas ainda permanecem acima da faixa de 200 mil a 250 mil, considerada como consistente com condições saudáveis do mercado de trabalho.

Na véspera, o Federal Reserve adotou um tom positivo sobre a economia, abrindo caminho para reduzir suas compras mensais de títulos “em breve” e sinalizando que aumentos de juros podem se seguir mais rapidamente que o esperado.

Os dados dos pedidos de auxílio da semana passada cobriram o período em que o governo pesquisou empregadores para o relatório de criação de vagas de trabalho de setembro.

A criação de vagas desacelerou em agosto, registrando o menor nível em sete meses. O Fed projetou a taxa de desemprego em 4,8% este ano, contra 4,5% previsto pelo banco central em junho. Em agosto, a taxa estava em 5,2%. (com Reuters)

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Facebook
Twitter
Instagram
YouTube
LinkedIn

Siga Forbes Money no Telegram e tenha acesso a notícias do mercado financeiro em primeira mão

Baixe o app da Forbes Brasil na Play Store e na App Store.

Tenha também a Forbes no Google Notícias.

Compartilhe esta publicação: