Os minutos finais se esgotavam na decepcionante derrota por 4 a 1 para a Bélgica, em 6 de julho, resultado que eliminou a seleção masculina dos Estados Unidos da Copa do Mundo. Foi então que o narrador da Fox, John Strong, fez um apelo direto ao público de 30 milhões de americanos que acompanhavam a transmissão pela televisão.
“Se vocês gostaram do que viram, apoiem o time da sua cidade”, disse Strong diretamente do Lumen Field, em Seattle, que recebeu um público de 66.925 torcedores com ingressos esgotados.
Isso foi mais que o dobro da média de 31 mil espectadores registrada pelo Seattle Sounders nos seis primeiros jogos da Major League Soccer (MLS) nesta temporada, disputados no mesmo estádio. “Este não precisa ser o último jogo de futebol que vocês assistem pelos próximos quatro anos. É um esporte maravilhoso.”
Frequentemente deixada em segundo plano tanto entre as principais ligas de futebol do mundo quanto no cenário esportivo profissional dos Estados Unidos, a MLS vê há muito tempo a Copa do Mundo realizada neste verão em solo americano como uma oportunidade única.
Para a liga, o torneio representa um ponto de virada rumo a uma nova fase de crescimento e conta com a ajuda de Lionel Messi, a maior estrela da história da liga.
No domingo, o craque argentino de 39 anos comandou a Argentina na final da Copa do Mundo contra a Espanha. Já na quarta-feira, o Inter Miami de Messi retomará sua temporada após a pausa de sete semanas da MLS durante a disputa do Mundial.
*Reportagem originalmente publicada em Forbes.com