O Google apresentou a nova geração de smartphones Pixel na quarta-feira (12), durante o evento Made by Google. A linha Pixel 11 chega com avanços em design, durabilidade e recursos de inteligência artificial.
Os quatro modelos da 11ª geração compartilham a mesma base técnica: chip Google Tensor G6, Android 17 de fábrica e recursos de IA do Gemini processados no próprio smartphone.
O modelo de entrada, o Pixel 11, traz o principal avanço de design da linha. O módulo de câmeras teve a espessura reduzida em até 40%, o que deixa o aparelho praticamente plano.
Já o Pixel 11 Pro e o Pixel 11 Pro XL têm as telas mais brilhantes da geração, com pico de 3.600 nits, e estreiam o HiLight, que são LEDs discretos instalados ao redor do flash traseiro. Com o celular virado para baixo, as luzes acendem de forma suave em chamadas de contatos favoritos ou quando o Gemini está ouvindo, pensando ou respondendo.
Ainda na linha Pro, os dois aparelhos ganharam teleobjetiva aprimorada, com zoom de até 120x. O Pro XL promete 15 horas de bateria com apenas 15 minutos de carregamento com fio de 45 W.
O Pixel 11 Pro Fold, dobrável da linha, também recebeu o HiLight e concentra as maiores mudanças de construção. É quase 10% mais leve e cerca de 1 mm mais fino que o modelo anterior e, segundo o Google, três vezes mais resistente — resultado de uma dobradiça sem engrenagens, que ainda ameniza a marca do vinco central na tela.
O dobrável é também o destaque em acessibilidade: o recurso Sign-to-Text usa a câmera frontal para converter a língua de sinais americana (ASL) em texto na tela externa.
Os valores nos EUA são US$ 1.099 (Pro), US$ 1.299 (Pro XL) e US$ 1.899 (Pro Fold), com chegada às lojas em 20 de agosto. Nenhum dos quatro modelos tem venda oficial no Brasil.