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Negociações de soja aumentam na Argentina após câmbio preferencial

Governo da Argentina introduziu uma taxa de câmbio preferencial, o "dólar de soja", para impulsionar as exportações

Reuters
6 de setembro de 2022     Atualizado há 1 ano
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REUTERS/John Sommers II
REUTERS/John Sommers II

As operações de soja argentinas registradas na segunda-feira (5) estavam perto de 800 mil toneladas

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O volume diário de negócios com soja da Argentina atingiu seu nível mais alto em cinco anos e meio, disse a bolsa de grãos de Rosário hoje (6), depois que o governo introduziu uma taxa de câmbio preferencial, o “dólar de soja”, para impulsionar as exportações.

A bolsa de Rosário disse em um relatório que as operações de soja argentinas registradas na segunda-feira (5), o primeiro dia em que a regra cambial entrou em vigor, estavam perto de 800 mil toneladas, o maior volume negociado desde o início de 2017.

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No domingo, o ministro da Economia da Argentina, Sergio Massa, anunciou novos incentivos temporários para os produtores de soja venderem mais de seus estoques, acessando uma melhor taxa de câmbio, em uma tentativa de aumentar as exportações e as reservas em moeda estrangeira.

A Argentina é o maior exportador mundial de óleo e farelo de soja, bem como o terceiro em soja, mercado liderado pelo Brasil. Mas os agricultores têm mantido os estoques da oleaginosa por mais tempo do que no ano passado como uma proteção contra a potencial desvalorização do peso local.


Em meio a uma profunda crise econômica marcada pela alta da inflação, o governo do presidente Alberto Fernández está tentando aumentar as reservas em dólares americanos para cumprir os termos de um acordo de dívida de US$ 44 bilhões com o FMI (Fundo Monetário Internacional).

Traders e analistas disseram que a enxurrada de negócios de soja já estava impactando os mercados locais. “Há uma venda incomum de soja e isso está de acordo com o que foi anunciado pelo governo”, disse Armando Torre, analista de câmbio local.

“Tudo sugere que uma avalanche de dólares está chegando, útil para as reservas do banco central, embora nenhum dos maiores problemas subjacentes da economia tenha sido resolvido.”

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