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Solinftec se prepara para mostrar insights de seu robô nas lavouras

Primeiro robô brasileiro para monitoramento integral de lavouras foi para o campo em setembro passado, mesmo ano em que agtech faturou R$ 300 milhões

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DivulgaçãoPrimeira plataforma robótica brasileira foi para o campo em 2022

Até o final deste primeiro semestre, a Solinftec, uma agtech global dedicada à inteligência artificial e robótica para o agronegócio, fundada em 2007 no município de Araçatuba, interior paulista, vai apresentar os primeiros insights gerados e consolidados por um robô desenvolvido por sua equipe, uma plataforma destinada safras de grãos e fibras. Foi o que anunciou na tarde de ontem (9), Emerson Crepaldi, chefe de operações para a América do Sul.

“A Solinftec quer estar com o robô em diferentes perfis de propriedades rurais sendo uma alternativa para o monitoramento das lavouras promovendo em médio prazo um manejo mais assertivo de insumos, além de favorecer rápidas tomadas de decisão em cenários muito variáveis”, disse Crepaldi.

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O primeiro robô brasileiro para monitoramento integral de lavouras foi para o campo em setembro passado, depois de seu anúncio na Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), em março. O robô também passou a operar em lavouras de grãos e de algodão nos Estados Unidos e Canadá. O robô captura imagens por meio de câmeras e sensores multiespectrais para identificar pragas, doenças, qualidade do cultivo, analisar a nutrição e saúde de cada planta, individualmente.

O anúncio sobre os primeiros dados consolidados se deu durante a apresentação dos indicadores financeiros da empresa nos últimos anos. De acordo com Crepaldi, em 2022 a Solinftec alcançou uma receita de R$ 300 milhões, com estimativa de 20% para este ano. Segundo a empresa, esse crescimento pode levá-la a atingir o chamado break even, o que significa equilíbrio entre receitas e despesas.

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DivulgaçãoEmerson Crepaldi diz que agtech esperar crescer 20% em 2023

A Solinftec completou 15 anos em 2022, ano em que a agtech alcançou um volume de negócios equivalente a um período de 10 anos de sua história. “Tivemos um recorde mesmo em um ano desafiador para o mercado global de startups”, afirma Crepaldi.

A agtech monitora atualmente 12 milhões de hectares em todo o mundo, sendo que do total cerca de 4 milhões de hectares estão em propriedades produtoras de soja, milho e algodão. “Em 2022, um milhão de hectares foi o crescimento do monitoramento na área de grãos, vamos superar essa área este ano.” A empresa também tem forte presença em cana-de-açúcar e o executivo anunciou que o projeto é apertar o passo em culturas perenes, como citros, café e florestas plantadas.

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