Sucesso em Paris, Beefbar chega a São Paulo

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Dudu Massa, Felipe Massa, Ruly Vieira e Riccardo Giraudi

Fundado em Mônaco, em 2005, e aclamado em localidades como Paris e Hong Kong, o Beefbar, criado pelo italiano Riccardo Giraudi, inaugurou sua unidade paulistana neste mês (a primeira da América do Sul) –o lançamento seria em março, mas foi adiado por conta da pandemia do coronavírus. Os sócios locais são o piloto Felipe Massa, seu irmão Dudu Massa e o empresário Ruly Vieira. O restaurante segue o conceito da rede: street food cosmopolita e contemporânea para compartilhar, preparada com ingredientes de altíssima qualidade. A carta de coquetéis traz a assinatura do premiado bartender Fabio La Pietra.

“É comfort food para os ricos”, brinca Giraudi, que viu sua marca se expandir de maneira exponencial em poucos anos. Hoje tem oito restaurantes e, além da unidade de São Paulo, outros seis Beefbar devem ser abertos em breve mundo afora. A primeira casa, segundo o empresário, foi uma espécie de projeto de marketing, a reboque do negócio da família (de exportação e importação de carne), para educar as pessoas a respeito de marmorização e outros aspectos do alimento.

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Do momento da ideia até a concretização do projeto paulistano, nos Jardins, passou-se cerca de um ano. “Moro em Mônaco há muito tempo e achei que o conceito do restaurante funcionaria muito bem no Brasil. Então, conversei com meu irmão, e contatamos o Riccardo”, conta Felipe Massa, que até então não conhecia o fundador do Beefbar. “Sempre sonhei em ter um bom restaurante em São Paulo, e tinha o Beefbar na cabeça.” A parceria corria o risco de não sair, já que Giraudi havia sido abordado por outros interessados. “Mas mudei de ideia”, explica o italiano.

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O restaurante de Mônaco

Exclusividade é uma das marcas do Beefbar. Tudo no ambiente em estilo art déco foi feito sob medida para o lugar. E mais luxos estão a caminho. O Beefbar vai servir, em seis meses, o presunto cru mais exclusivo do mundo. “Sou muito famoso por meu prosciutto de kobe beef, mas não podemos importá-lo. Então, traremos a carne para ser curada aqui”, diz Giraudi.

“Quando abri em Paris, estava morto de medo. O templo gastronômico do mundo, e eu cheguei com fritas trufadas e guiozas. Mas é isso que o luxo é hoje: tirar uma foto, postar, comer bem e ouvir música”, pontua o italiano. “É o mesmo aqui, não sei como as pessoas vão reagir. Estou confiando neles [os sócios] e no que eu acredito que é luxo atualmente.”

Reportagem publicada na edição 75, lançada em março de 2020

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