Anvisa aprova uso emergencial de vacina da Janssen contra Covid-19

A agência liberou a aplicação do imunizante condicionada à assinatura de um termo de compromisso pela Johnson & Johnson para complementação posterior de dados sobre o medicamento .

Redação
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Lucy Nicholson/Reuters
Lucy Nicholson/Reuters

O pedido foi aprovado com os votos favoráveis de três dos cinco diretores da agência, durante reunião extraordinária

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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou hoje (31) o pedido de uso emergencial no Brasil da vacina contra Covid-19 da Janssen, uma subsidiária da Johnson & Johnson. A liberação permite a aplicação de um quarto imunizante diferente contra o coronavírus no país.

O órgão regulador concedeu a autorização para uso emergencial condicionada à assinatura de termo de compromisso pela Janssen para complementação de dados sobre a vacina, incluindo informações sobre locais de fabricação do produto no exterior.

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O pedido foi aprovado com os votos favoráveis de três dos cinco diretores da agência, durante reunião extraordinária.

O Brasil possui acordo com a Janssen para a aquisição de 38 milhões de doses da vacina da empresa, com previsão de entrega de 16,9 milhões de doses entre julho e setembro e 21,1 milhões de outubro a dezembro.

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A vacina do laboratório da Johnson & Johnson se destaca por requerer somente uma dose para imunização. Ela já tem sido utilizada nos Estados Unidos e foi recomendada pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

Antes da vacina da Janssen, a Anvisa já havia concedido autorização para uso emergencial da vacina contra Covid-19 da chinesa Sinovac, produzida em parceria com o Instituto Butantan, que tem sido a principal utilizada na campanha de imunização do país até o momento.

A agência ainda concedeu registro definitivo para o imunizante da AstraZeneca, que é produzido no Brasil pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e está sendo usado no país em menor escala, e para a vacina da Pfizer, que já foi comprada pelo governo, mas ainda não chegou no território nacional. (Com Reuters)

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