Disney gasta menos que o esperado em serviço de streaming

A receita total aumentou 34%, para US$ 19,10 bilhões

Os populares parques temáticos da Walt Disney e um remake de “O Rei Leão” impulsionaram os lucros para além das metas de Wall Street na quinta-feira (7), e a empresa gastou menos do que havia projetado em seu mergulho na área entretenimento de via streaming.

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A Disney está tentando fazer a transição de líder de TV a cabo para uma potência no mercado de streaming de vídeo dominado pela Netflix. O serviço de entretenimento digital para famílias, Disney +, deve estrear na terça-feira (12).

Excluindo itens, a Disney lucrou US$ 1,07 por ação no trimestre encerrado em setembro, acima da média estimada por analistas de US$ 0,95 por ação, segundo dados da Refinitiv.

O Disney + será lançado inicialmente nos Estados Unidos, Canadá e Holanda. Em 19 de novembro, estreará na Austrália e na Nova Zelândia, seguido por vários países da Europa Ocidental em 31 de março, disse o presidente-executivo, Bob Iger.

“Estamos fazendo uma grande declaração sobre o futuro da mídia e do entretenimento e nossa capacidade contínua de prosperar nesta nova era”, disse Iger a analistas em uma teleconferência.

A empresa está gastando muito para competir pelos clientes de streaming.

A unidade direta ao consumidor e a internacional da Disney, que também inclui ESPN + e Hulu, registrou um prejuízo operacional de US$ 740 milhões de julho a setembro, acima dos US$ 340 milhões do ano anterior, mas menos que os US$ 900 milhões previstos pela Disney.

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Buscando um amplo público de todas as idades, o Disney + oferecerá uma profunda biblioteca de programas de TV e filmes da Disney, Pixar Animation, Marvel Studios, da franquia “Star Wars” e do National Geographic, além da programação original, como a nova série de “High School Musical” e um remake de “A Dama e o Vagabundo”. O serviço custará US$ 7 por mês, menos que os US$ 13 do plano mais popular da Netflix.

No trimestre, a unidade de parques temáticos e produtos de consumo registrou um aumento de 17% no lucro, para US$ 1,4 bilhão, impulsionado pelas vendas de mercadorias de “Frozen” e “Toy Story” e pelos maiores gastos de visitantes na Disneyland na Califórnia.

O estúdio se beneficiou dos remakes de “O Rei Leão” e “Aladdin”, além de “Toy Story 4”. O lucro da divisão aumentou 79%, para quase US$ 1,1 bilhão.

A receita total aumentou 34%, para US$ 19,10 bilhões, superando a estimativa média dos analistas de US$ 19,05 bilhões.

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