Dólar recua contra real antes do Natal e de olho em manchetes comerciais

Ricardo Moraes/Reuters
Ricardo Moraes/Reuters

Moeda norte-americana abriu o dia abaixo dos R$ 4,09

O dólar era negociado em queda contra o real hoje (23), abaixo dos R$ 4,09, após notícias positivas sobre o comércio mundial, em dia de comportamento técnico dos mercados antes do Natal.

Às 10h11, o dólar recuava 0,32%, a R$ 4,0820 na venda. Na máxima da sessão, divisa norte-americana tocou os R$ 4,0966, antes de recuar e atingir R$ 4,0799 na mínima.

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Na semana passada, o dólar encerrou a sexta-feira em sua maior alta em seis semanas, de 0,79%, a R$ 4,0949 na venda. Neste pregão, o contrato mais negociado de dólar futuro operava em queda de 0,51%, a R$ 4,082.

No exterior, o dólar ganhava marginalmente contra uma cesta de moedas fortes ao mesmo tempo em que recuava contra algumas moedas arriscadas, como o dólar australiano, o peso chileno e o rand sul-africano. Contra o peso mexicano e a lira turca, a divisa norte-americana registrava leves altas.

“Esta é uma semana reduzida pelo feriado, com uma agenda bem fraca”, explicou Cleber Alessie Machado, operador da Commcor, sobre a movimentação desta segunda-feira. “Acaba sendo menos plausível esperar forte especulação. Hoje, o funcionamento é básico, mais técnico e menos de jogo. Os fluxos tendem a prevalecer.”

No lado das manchetes comerciais, nesta segunda-feira o ministério das Finanças da China anunciou que o país vai reduzir no próximo ano tarifas sobre produtos que vão de carne suína congelada e abacate a alguns tipos de semicondutores, conforme o país busca aumentar as importações.

“A medida acontece no momento em que a China busca ampliar seus estoques de carne de porco, diante da epidemia de febre suína”, disse a XP em nota sobre a medida chinesa. “As tarifas sobre alguns produtos cairão a zero e diversos países, incluindo o Brasil, deverão ser beneficiados.”

Além disso, na sexta-feira, depois do fechamento do mercado interbancário, o presidente Jair Bolsonaro disse que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lhe disse em um telefonema que decidiu não sobretaxar o aço e o alumínio do Brasil.

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