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Os 25 maiores filantropos dos Estados Unidos

Juntos, magnatas contribuíram com US$ 51,6 bilhões para organizações sem fins lucrativos nos últimos cinco anos

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ForbesUSA
ForbesUSAJuntos, magnatas contribuíram com US$ 51,6 bilhões para organizações sem fins lucrativos nos últimos cinco anos

A questão da desigualdade de renda está tomando o centro do palco em Davos, na Suíça, nesta semana, enquanto líderes governamentais, executivos de empresas e mais de 100 bilionários, como Michael Dell, George Soros e Ray Dalio, se reúnem na cidade para a 50ª reunião anual do Fórum Econômico Mundial.

Nos últimos anos, algumas das pessoas mais ricas do mundo aumentaram suas doações, mas muitos têm desenvolvido suas fundações em vez de enviar recursos para organizações sem fins lucrativos. Essas organizações, em muitos casos, distribuem apenas 5% de seus ativos por ano. Para rastrear quem entre os maiores magnatas doou uma quantidade maior de dinheiro às associações –e não em suas próprias instituições de caridade– a Forbes fez parceria com a SHOOK Research de Boca Raton, Flórida, para compilar dados sobre os maiores doadores dos Estados Unidos de 2014 a 2018. Em vez de contar o dinheiro prometido (mas não doado) ou os bens concedidos a veículos de caridade, como fundos ou fundações aconselhados por doadores, que driblam lentamente as doações, a Forbes calculou os dólares que chegaram aos beneficiários.

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Mais da metade dos maiores doadores selecionados dessa maneira está entre os mais ricos do país; 21 dos 25 são bilionários (incluindo um que morreu em 2018), enquanto outros dois são de famílias bilionárias. O magnata da Berkshire Hathaway, Warren Buffett, foi o principal doador em todos os cinco anos, de modo a conceder US$ 14,7 bilhões de sua fortuna, com a maior parte destinada a causas selecionadas pela fundação de seus amigos Bill e Melinda Gates. O casal de Seattle está logo atrás dele, com uma estimativa de US$ 9,9 bilhões em doações ao longo do mesmo período. Junto, o poderoso trio se concentra em iniciativas de pobreza e desenvolvimento, como erradicação da poliomielite e tratamento de HIV. O magnata dos fundos de hedge George Soros, que apoia uma variedade de iniciativas de democracia e direitos humanos, ocupa o terceiro lugar com US$ 3,1 bilhões em doações. O candidato presidencial Michael Bloomberg também está entre os cinco primeiros, tendo doado US$ 3 bilhões de sua fortuna para ajudar a fechar usinas de carvão, combater a epidemia de opioides e reduzir a obesidade.

Coletivamente, os 25 principais doadores contribuíram com US$ 51,6 bilhões para organizações sem fins lucrativos de 2014 a 2018 (o último ano sobre o qual existem dados abrangentes), de modo a apoiar desde justiça criminal e reforma da educação até pesquisa científica e redução da pobreza. Obviamente, uma das razões pelas quais os super-ricos dominam essas fileiras é que quando se trata de alguém que possui mais de US$ 50 bilhões, doar US$ 1 bilhão não é tão relevante. Por esse motivo, também incluímos suas doações como uma porcentagem do patrimônio líquido. Nessa medida, ninguém foi mais generoso do que Chuck Feeney, o ex-bilionário que se comprometeu a doar tanto que morreria sem dinheiro e agora alcançou esse objetivo. Ele doou US$ 1,6 bilhão nos últimos cinco anos e mais de US$ 8 bilhões no total. Por outro lado, Mark Zuckerberg, do Facebook, e sua esposa Priscilla Chan deram até agora 1,2% de seu patrimônio líquido para organizações sem fins lucrativos.

Veja abaixo a lista completa dos principais filantropos, classificados por dólares doados:

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