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Criptomoedas levam 7 norte-americanos à lista de bilionários dos EUA

Juntos, os bilionários de moedas digitais têm uma fortuna acumulada de US$ 55,1 bilhões

3 min
Os irmãos Cameron Winklevoss e Tyler Winklevoss, ambos de 40 anos e cofundadores da exchange Gemini, integram a lista

O boom das criptomoedas refletiu a nova lista de pessoas mais ricas da Forbes nos EUA. Dentre os sete norte-americanos mais endinheirados vindos do segmento, seis estrearam o rol financeiro da revista nesta edição. Juntos, eles têm uma fortuna acumulada de US$ 55,1 bilhões.

O protagonista é Sam Bankman-Fried, de 29 anos, fundador e CEO da FTX, uma exchange norte-americana. Ele também gerencia ativos por meio da gestora Alameda Research. A fortuna é estimada em US$ 22,5 bilhões. Bankman-Fried ocupa a 32º posição entre os norte-americanos mais ricos.

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Em segundo lugar está Brian Armstrong, de 38 anos, CEO da plataforma de criptomoedas Coinbase. A companhia realizou um IPO na Nasdaq em 15 de abril, e a operação movimentou US$ 86 bilhões, a maior listagem da história da bolsa. Desde a oferta, porém, os papéis da companhia já recuaram 26,79%. A fortuna de Armstrong é estimada em US$ 11,5 bilhões.

No pregão de ontem (7), os BDRs da Coinbase (C2OI34) fecharam a R$ 55,00.

Chris Larsen, de 61 anos, é o terceiro norte-americano mais rico. A estimativa é que a fortuna some US$ 6 bilhões. Ele é cofundador do blockchain Ripple, que possui a XRP como moeda digital principal. Segundo o site de atividades comerciais CoinMarketCap, às 10h29, horário de Brasília, a cripto estava cotada a US$ 1,07, com baixa de 0,34%. A riqueza de Larsen também é fruto do seu trabalho como investidor-anjo em startups do Vale do Silício

Os irmãos Cameron Winklevoss e Tyler Winklevoss, ambos de 40 anos e cofundadores da exchange Gemini, também integram a lista dos mais ricos dos EUA. Segundo o levantamento da Forbes, a companhia processa cerca de US$ 200 milhões em negociações diariamente. Tyler é o CEO e Cameron é o presidente da Gemini. Eles também são conhecidos por serem ex-remadores olímpicos, e por terem acusado Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, de roubar a ideia de criação de uma rede social. Eles usaram parte do valor de US$ 65 milhões obtidos em acordo judicial para investir em bitcoin. Os irmãos Winklevoss possuem a fortuna avaliada em US$ 8,6 bilhões.

Conheça quem são os sete bilionários do universo de criptomoedas:

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