1. Início
  2. /
  3. Negócios
  4. /
  5. Empresas de luxo ganham apoio de conselheiro de tribunal europeu
Negócios

Empresas de luxo ganham apoio de conselheiro de tribunal europeu

Grifes querem impedir que varejistas autorizados vendam seus produtos em plataformas terceirizadas, como Amazon e eBay

2 min
iStock
iStockAs marcas de luxo alegam que devem ter o direito de escolher quem vende seus produtos, para proteger sua imagem e exclusividade (iStock)

A batalha das marcas de luxo para defender sua imagem, que já dura uma década, se aproximou do fim nesta quarta-feira (26), quando um conselheiro de um importante tribunal europeu disse que a Coty pode impedir que uma varejista alemã venda seus produtos de beleza em mercados online.

VEJA TAMBÉM: Os 25 Melhores CEOs do Brasil

As marcas de luxo alegam que devem ter o direito de escolher quem vende seus produtos, para proteger sua imagem e exclusividade.

“Uma fornecedora de produtos de luxo pode proibir que varejistas autorizados vendam seus produtos em plataformas terceirizadas, como Amazon ou eBay”, disse o advogado-geral Nils Wahl no Tribunal de Justiça União Europeia, em um parecer não vinculativo.

A opinião de Wahl se relaciona a uma disputa entre a divisão alemã da Coty, cujas marcas incluem Marc Jacobs, Calvin Klein e Chloe, e a varejista Parfümerie Akzente, que vende os produtos da Coty em sites, incluindo Amazon, contra a sua vontade.

Os juízes do mais alto tribunal europeu, que seguem a opinião de seus conselheiros em quatro de cinco ações, decidirão sobre o caso “Coty Germany versus Parfümerie Akzente” nos próximos meses.

LEIA MAIS: Michael Kors compra Jimmy Choo por US$ 1,2 bilhão

“Nós estamos satisfeitos que o conselheiro-geral tenha entendido nossa posição”, disse a Coty. A Parfümerie Akzente não respondeu imediatamente a um pedido de comentários.

Assine Forbes. Inspire-se, lidere, conquiste. Ao se cadastrar, você concorda com nossa Política de Privacidade e com o uso de seus dados para fins de comunicação.