Kylie Jenner registra novas marcas e mostra que deve expandir império

ReproduçãoForbes
“Kylie Con” e “Kylie Museum” estão entre nomes registrados pela bilionária

A bilionária Kylie Jenner registrou três novas marcas em 9 de janeiro: “Kylie Con”, “Kylie Kon” e “Kylie Museum”, que sugerem a expansão futura de seu império. Ela tem uma coleção de quase 130 marcas registradas.

A novidade veio a público pela primeira vez no Twitter, por meio do advogado Josh Gerben, que não estava envolvido nos projetos.

Kylie, 22 anos, deseja ampliar seus registros para moda, consultas de beleza, bolsas e eventos ao vivo, incluindo exposições e experiências interativas, entre outros, de acordo com os documentos.

Assim como em seus projetos anteriores de marca registrada, o novo lote ainda não foi aprovado e deve passar por um processo que pode durar anos se outra pessoa os contestar.

Em novembro de 2019, ela registrou como marca a frase “rise and shine”, depois que um vídeo dela cantando para sua bebê, Stormi, se tornou viral na internet, gerando inúmeros memes e covers das cantoras Miley Cyrus, Ariana Grande e Lizzo.

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Ainda em novembro, Jenner vendeu uma participação majoritária de sua marca homônima Kylie Cosmetics para a Coty, Inc. em um acordo de US$ 600 milhões, mas continua sendo o rosto da marca.

O clã Kardashian – Kim, Kanye, Kylie, Khloe e Kendall – já solicitou mais de 700 registros de marcas ao todo (só Kylie Jenner tem 128). Eles usam o expediente para proteger suas marcas pessoais e tentam congelar qualquer pessoa que queira capitalizar em cima de seus nomes e de seus filhos.

Jana Gouchev, uma advogada de marca registrada de Manhattan, disse anteriormente à Forbes que os Kardashians têm um grande número de marcas para cobrir todos os empreendimentos comerciais em potencial. Algumas marcas comerciais do clã ainda não deram certo. Kylie, cujo patrimônio líquido a Forbes estima em US$ 1 bilhão, perdeu uma batalha de anos para a cantora australiana Kylie Minogue por uma marca registrada do primeiro nome delas.

Kylie e sua irmã, Kendall Jenner, foram processadas na Califórnia nesta semana por uma fabricante de rendas que reivindica que as roupas íntimas vendidas pelas Jenners por sua loja online e na Nordstrom infringem direitos autorais de desenho e design. Elas não comentaram o processo.

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