Casa dos Ventos e Grupo Moura anunciam parceria para autossuficiência em energia eólica

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Com o uso da energia limpa, o Grupo Moura deve evitar a emissão de 60 mil toneladas de CO2 na atmosfera

Líder em desenvolvimento de parques eólicos no Brasil, a Casa dos Ventos anunciou uma parceria com o Grupo Moura, para transformar a matriz energética da fabricante de baterias em 100% renovável. O acordo prevê suprir o consumo total de energia do Grupo Moura a partir de 2022, por meio do complexo eólico Rio do Vento, no Rio Grande do Norte.

Como em outros contratos da Casa dos Ventos, a iniciativa confere ao Grupo Moura a possibilidade de participar como acionista do empreendimento para que possa se tornar autossuficiente na produção de energia limpa, por meio de um acordo de longo prazo. “Desenvolvemos um modelo customizado que atende às diferentes necessidades, de eletrointensivas, como a Vale, até empresas com menor consumo, como a Tivit, Vulcabras Azaleia e agora o Grupo Moura”, disse Lucas Araripe, diretor de novos negócios da Casa dos Ventos.

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Com o uso da energia limpa, o Grupo Moura deve evitar a emissão de 60 mil toneladas de CO2 na atmosfera. “Com a parceria com a Casa dos Ventos nesse empreendimento, nossos produtos serão fabricados e sairão utilizando energia renovável armazenada, isso será um passo importante na busca pela redução das emissões de carbono em nossas operações”, comentou Arnolfo Menezes, diretor de metais e sustentáveis do Grupo Moura.

Com 120 turbinas V150-4.2 MW da Vestas em parques distribuídos pelos municípios de Caiçara do Rio do Vento, Riachuelo, Ruy Barbosa e Bento Barbosa e Bento Fernandes, o complexo Rio Vento deve se tornar um dos maiores empreendimentos de energia eólica no país.

Expansão

Em busca de expandir o complexo, a Casa dos Ventos começou as negociações para expandir a Rio do Vento. A Rio do Vento II terá capacidade instalada dobrada e com mais de 1 GW passará a figurar entre um dos maiores complexos eólicos do mundo.

A companhia também estuda a hibridização com a adição de energia solar e o desenvolvimento de um projeto de 350 MW na Bahia, o último mirando contratos corporativos de longo prazo.

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