É fato a necessidade de união entre as mulheres para alcançar igualdade no local de trabalho e ir além. Como regra geral, os homens tiram proveito das estruturas de poder vigentes e, sem incentivo para desmantelá-los, continuarão com apoio para agir em benefício próprio. Há ainda uma verdade crítica: se eles não ajudam nós, mulheres, precisamos dar suporte a nós mesmas. E esse fato também se aplica a outro tópico: a mentoria profissional.
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Homens em posições de poder, via de regra, simplesmente não oferecem oportunidades e mentoria às mulheres em nenhuma circunstância, diferentemente de quando se trata orientar alguém do mesmo sexo. Existem inúmeras razões para isso: preconceito implícito e medo equivocado de acusações de assédio, especialmente no clima atual, mas tudo se resume à simples realidade de que as mulheres não têm acesso aos caminhos tradicionais para o avanço profissional, o que só confirma a escassez de mulheres em cargos de liderança, bem como a perpetuação e criação de “Clubes do Bolinha”.
Para se tornar uma liderança no ambiente corporativo, é essencial o acesso social e oportunidades de negócios que só surgem com mentoria e suporte. O que significa que as mulheres em posições de poder precisam utilizar esse status para orientar e ajudar a elevar outras mulheres.
O poder da orientação não é exagero. Muito do que mantém as mulheres nas margens econômicas são pequenas coisas que uma mentoria feminina pode resolver. A orientação pode quebrar o ciclo que continua a excluir as mulheres do crescimento e do sucesso profissional, e isso pode ter um impacto desproporcional, não importa o que aconteça.
Veja, na galeria de fotos a seguir, 4 motivos por que a mentoria entre mulheres pode abrir portas para o gênero feminino no ambiente de trabalho e o quanto isso pode ser transformador: