1. Início
  2. /
  3. Carreira
  4. /
  5. 4 habilidades visionárias e necessárias para liderar as pessoas no futuro
Carreira

4 habilidades visionárias e necessárias para liderar as pessoas no futuro

O maior desafio para os líderes é se dar permissão a adotar uma nova maneira de administrar

6 min
Thomas Barwick/ GettyImages
Thomas Barwick/ GettyImagesO maior desafio para os líderes é se dar permissão a adotar uma nova maneira de administrar

O compartilhamento de informações pela internet desencadeou uma nova área para as empresas. Os líderes tiveram de começar a trabalhar com habilidades diferentes por alguns anos, mas em 2020 isso foi além e criou uma demanda definitiva para que essa mudança aconteça ou fracasse. Agora acrescente os eventos inesperados e voláteis deste ano e definitivamente não estaremos mais no Kansas, Totó— como a Dorothy de “O Mágico de Oz” diria.

O desafio é menos sobre como aprender algo completamente novo e mais sobre como os líderes podem se dar permissão de abraçar uma maneira diferente de liderar. Isso requer deixar de lado o jeito como as coisas eram e nos abrir para aspectos da liderança e do ser humano que fomos treinados a evitar a todo custo. Esses novos aspectos incluem uma combinação de habilidades tangíveis e novas mentalidades.

LEIA MAIS: As 7 características do empreendedor de apps de sucesso

Primeiro, leve em consideração essas habilidades tangíveis na hora de liderar:

Imagine o futuro: a imaginação não é só para as crianças. Em algum momento de nossas vidas nos disseram que sonhar acordados e devanear em ideias não convencionais era um ato de imaturidade. À medida que crescemos, fomos condicionados a controlar o mundo ao invés de inventar coisas melhores. Mas, em um mundo onde a inovação é a força vital de qualquer empresa, essa é claramente uma forma falha de se pensar.

E também, lembre-se de que imaginar o futuro é diferente de simplesmente pensar nos problemas que você resolverá no futuro próximo. Isso é apenas avaliar o presente e montar uma lista de coisas a fazer com prazos. Não é o mesmo que criar algo que ainda não existe. A imaginação começa com um desejo. O que você quer? Comece a trabalhar essa parte do cérebro perguntando a si mesmo o que você quer fazer todas as manhãs. Não coloque limitações. Deixe seu cérebro fantasiar sobre tudo o que gostaria de experimentar. Você não precisa contar para ninguém. Veja quanto tempo pode gastar criando genuinamente suas experiências e ideais, antes de passar para a avaliação de limitações e solução de problemas.

Abrace a mudança dinâmica: Danielle Bodwitch, consultora da Four Letter Consulting, uma grande empresa de consultoria americana, diz que “a mudança não é mais feita em silos. Você tem de trabalhar em todas as funções, níveis e até mesmo com fornecedores. Ter de ser um líder onisciente que faz tudo é uma expectativa e uma abordagem nada saudáveis ​​para todos os envolvidos”. Bodwitch explica que a boa notícia é que todo mundo entende que as coisas estão mudando: “Os líderes precisam ser especialistas em esclarecer qual problema realmente precisa ser resolvido, a urgência de resolvê-lo e com quem trabalhar para resolvê-lo”.

Prototipagem rápida: Bowditch continua dizendo que “líderes que podem aprender com o fracasso em uma velocidade acelerada serão capazes de conduzir suas organizações com sucesso e ultrapassar o ritmo do setor”. Isso exige uma grande tolerância de risco e capacidade de viver de acordo com uma mentalidade construtiva. Significa ser capaz de absorver lições de resultados inesperados, erros e falhas e usar isso para conduzir a próxima opção mais aprimorada. Temos de ser capazes de deixar de lado nossos egos e o desejo de ter uma boa aparência por fora. Depois de fazer isso, podemos abrir espaço para a velocidade que as pessoas precisam para aprender com os erros e para aplicar as lições aprendidas.

Valor x controle de custos: Existe uma tendência no orçamento para os líderes se concentrem em economizar tanto dinheiro quanto possível ou gastar o que foi dado a eles para garantir que não percam nenhum dinheiro do orçamento. Mas isso carece de qualquer estratégia real focada no futuro. Saber como usar o orçamento como um recurso que pode ser usado para criar maior valor ajuda os líderes a passar da contagem de grãos para a criação de valor. Onde o dinheiro pode ajudar a criar o reconhecimento ou o engajamento de sua marca? Onde podemos aumentar o valor por meio de melhores eficiências e redução de custos? Isso vem de um foco em criar o que é desejado versus evitar o que não queremos.

LEIA MAIS: 3 perguntas para fazer a si mesmo se estiver entediado com sua carreira

Tomada de decisão em tempo real: Usar dados para mais do que só pesquisar as melhores práticas ou reforçar o que funciona e o que não funciona é outra habilidade crítica necessária para o líder do futuro. Dados bem selecionados e rastreados podem ser usados ​​para ajudar a impulsionar a mudança dinâmica e a prototipagem rápida. “Ser capaz de fazer referência a tendências e temas que estão surgindo é fundamental para os líderes, pois eles fazem ligações difíceis no momento que exigem riscos informados com menos garantia de sucesso do que nunca”, adverte Bowditch.

Navegando pela ambiguidade: A tomada de decisão democrática se tornou a norma. A ideia de que há uma pessoa com poder de tomada de decisão claro e abrangente mudou de um mundo de trabalho focado em conformidade para outro focado em colaboração. A colaboração efetiva está cheia de áreas cinzentas e ambiguidades. Requer um equilíbrio entre “arte e ciência”. Ser capaz de “ler a sala” e avaliar quando ouvir, quando recuar e quando comprometer.

Com isso em mente, veja na galeria a seguir quais são as quatro mentalidades críticas que todos os líderes precisarão começar a abraçar totalmente:

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Facebook
Twitter
Instagram
YouTube
LinkedIn

Baixe o app da Forbes Brasil na Play Store e na App Store.

Tenha também a Forbes no Google Notícias.

Assine Forbes. Inspire-se, lidere, conquiste. Ao se cadastrar, você concorda com nossa Política de Privacidade e com o uso de seus dados para fins de comunicação.