Pandemias ontem e hoje: veja imagens históricas durante a gripe espanhola, no século passado, e a Covid-19

Mais de cem anos após a epidemia global de 1918, métodos de prevenção como máscaras e distanciamento social se repetem.

Michael Solomon
Compartilhe esta publicação:
Reprodução/Forbes
Reprodução/Forbes

A imagem acima evidencia o uso da máscara em meio à Covid-19 como uma medida de prevenção já existente na época na Gripe Espanhola

Acessibilidade


Mais de um século após a gripe espanhola de 1918, as lições desta epidemia global ainda tem salvado vidas. Métodos de prevenção como máscaras faciais e distanciamento social podem parecer práticas estranhas nos Estados Unidos, mas seriam familiares àqueles que lutavam contra a pandemia anterior, que matou cerca de 675 mil norte-americanos, já abalados anteriormente com a Primeira Guerra Mundial. Globalmente, a doença causou cerca de 50 milhões de óbitos.

O coronavírus pode ser novo, mas fotografias assustadoramente semelhantes de ambas as pandemias revelam uma inegável sensação de déjà-vu.

VEJA MAIS: 7 fatos sobre o coronavírus que você não sabia

Veja, na galeria de imagens a seguir:

  • Conexão no isolamento

    O telefone foi divulgado como uma maneira de combater o isolamento emocional na quarentena de 1918, mas cerca de dois terços da população norte-americana não possuía um na época e muitos operadores não podiam trabalhar pois estavam com a gripe. Atualmente, telefones fixos, celulares, videoconferências e mídias sociais mantêm todos conectados.

    Inscreva-se para receber a nossa newsletter
    Ao fornecer seu e-mail, você concorda com a Política de Privacidade da Forbes Brasil.
    Reprodução/Forbes
  • Máscara no transporte

    Seja embarcando em um bonde em Seattle ou em um metrô de Manhattan, uma máscara facial era um requisito essencial. Atualmente, acontece o mesmo.

    Reprodução/Forbes
  • Muitos pelos

    Tanto em Chicago de 1918 quanto em Atlanta de 2020, é impossível ter um bom corte de cabelo (ou uma barba bem-feita na época) e manter o distanciamento social na barbearia.

    Reprodução/Forbes
  • Chaves para o sucesso

    A tecnologia pode ter melhorado, mas os trabalhadores de um escritório em 1918 teriam entendido as precauções básicas que envolvem a política de home office atualmente.

    Reprodução/Forbes
  • Lave as mãos

    As autoridades de saúde pública em 1918 pregaram a sabedoria da lavagem das mãos. Hoje, os socorristas (como esse membro dos bombeiros de Barcelona) garantem que o suprimento de água seja desinfetado.

    Reprodução/Forbes
  • Proteção no esporte

    Um século depois, o esporte continua sendo uma parte vital da manutenção da normalidade em meio a uma pandemia. No entanto, a máscara de um receptor ainda não o protege de um vírus ameaçador.

    Reprodução/Forbes
  • Vulnerabilidade

    A escassez de alimentos e a pobreza contribuíram para a devastação provocada por ambas as pandemias.

    Reprodução/Forbes
  • Apenas para emergências

    Com hospitais superlotados em ambas as pandemias, instalações temporárias foram construídas para pacientes em armazéns e centros de convenções.

    Reprodução/Forbes
  • Limpadores de ruas

    Garis em Lima, no Peru, estão mais bem equipados hoje do que os antepassados em 1918 na cidade de Nova York.

    Reprodução/Forbes
  • Confecção de máscaras

    Ambas as pandemias exigiram “exércitos” de trabalhadores protegidos para produzir máscaras. Até porque, segundo o alerta dado pelo Conselho de Saúde de Nova York em 1918: “Melhor ser ridículo do que estar morto”.

    Reprodução/Forbes

Conexão no isolamento

O telefone foi divulgado como uma maneira de combater o isolamento emocional na quarentena de 1918, mas cerca de dois terços da população norte-americana não possuía um na época e muitos operadores não podiam trabalhar pois estavam com a gripe. Atualmente, telefones fixos, celulares, videoconferências e mídias sociais mantêm todos conectados.

VEJA MAIS: 7 fatos sobre o coronavírus que você não sabia

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Facebook
Twitter
Instagram
YouTube
LinkedIn

Baixe o app da Forbes Brasil na Play Store e na App Store.

Tenha também a Forbes no Google Notícias.

Compartilhe esta publicação: