Apresentado por       

Como o vídeo ministerial guiará os mercados

Avaliação em torno do saldo político deve ser principal vetor do mercado brasileiro no início da semana.

Gustavo Cruz, colaborador da marca
Apresentado por       
Compartilhe esta publicação:
Ricardo Moraes/Reuters
Ricardo Moraes/Reuters

Bolsa reflete vídeo ministerial divulgado na sexta-feira (22)

Acessibilidade


Com boa parte dos programas de TV e jornais dissecando o vídeo da reunião ministerial de 22 de abril, a semana começa com seu reflexo nas bolsas.

Alguns pontos devem ser guias, o primeiro que o vídeo reforça a imagem de Jair Bolsonaro com sua base, e também piora com quem já não o apoia. O material serve como catalisador para reorganizar seus apoiadores.

LEIA MAIS: Tudo sobre finanças e o mercado de ações

A segunda dimensão e, bem preocupante, envolve a piora nas tensões institucionais, principalmente com o STF. O ponto do ministro da Educação, Abraham Weintraub, sobre os ministros do Supremo e a do próprio Bolsonaro sobre governadores criam ruído.

Mais um ponto, que também foi reforçado pela entrevista do ex-ministro Sergio Moro ao “Fantástico”, a gravação reforça a narrativa de Moro e há procuradores que veem um quadro mais grave para o presidente com o que há de prova até aqui.

Inscreva-se para receber a nossa newsletter
Ao fornecer seu e-mail, você concorda com a Política de Privacidade da Forbes Brasil.

Por fim, algo que certamente capturou a atenção de investidores é o plano Pró-Brasil, Bolsonaro diz que Paulo Guedes é “o ministro mais importante nessa missão”, mas vemos que diversos ministros não concordam com a atual condução do ministro. Não precisamos ir longe para lembrar os danos que um “fogo-amigo” ministerial pode causar. Joaquim Levy era abertamente criticado por outros ministro no governo Dilma, e quando falava de reforma da previdência era desmentido pelo próprio ministro da Previdência.

No exterior, a decisão do Japão de suspender o estado de emergência de alguns territórios locais, impulsiona mercados no começo da semana. O país foi um dos primeiros a ser atingido, fez o isolamento, reabriu e teve que voltar ao isolamento após uma nova onda de contágios preocupar a população.

Vale ressaltar que o conflito geopolítico entre EUA e China, com foco em Hong Kong, permanece no radar. Os protestos voltaram e existem manifestações públicas negativas de ambos os lados sobre o conflito.

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Facebook
Twitter
Instagram
YouTube
LinkedIn

Baixe o app da Forbes Brasil na Play Store e na App Store.

Tenha também a Forbes no Google Notícias.

Compartilhe esta publicação: