Gestora mira em startups em estágio inicial com fundo de debêntures

A Empírica já planeja o próximo produto para ajudar no crescimento de empreendedores e pequenos negócios.

Kariny Leal
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Empírica já planeja próximo produto para ajudar empreendedores e pequenos negócios

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Em um momento de explosão de criações de novas startups e fintechs, a captação de investimentos para essas empresas torna-se ainda mais necessária. Para atender a essa demanda, a Empírica Investimentos, gestora especializada em FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios) lançou no primeiro trimestre um fundo de debêntures voltado ao financiamento de empresas em fase inicial.

O FIDC Empírica Debênture reúne títulos de crédito captados a mercado a fim de ajudar fintechs a financiar suas operações. Conforme Leonardo Calixto, CEO e fundador da gestora, “o objetivo é ajudar a base da pirâmide, empresas que auxiliem classes mais desfavorecidas”.

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Calixto contou, em entrevista à Forbes, que os clientes do fundo incluem startups que promovem cursos online para público de baixa renda, além de iniciativas voltadas à locação de automóveis para profissionais que atuam como motoristas de aplicativos ou que realizam logística de entregas, aproveitando o momento da pandemia e aumento nas compras online.

O fundador da gestora independente explica que cada debênture tem um perfil diferente, por conta da necessidade de lastro, que varia caso a caso.

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A origem da ideia, de acordo com Calixto, foi facilitar o financiamento dessas startups de forma mais barata do que os FIDCs tradicionais. “A estruturação de debêntures seria mais barata, com operações de volumes menores e adequadas ao momento das empresas.” O fundo já tem três debêntures e outras quatro em estruturação para entrar no portfólio.

Calixto adianta que a Empírica já está desenvolvendo mais um produto para companhias ainda menores, uma vez que para alguns empreendedores as debêntures já são formatos caros. “Existem fintechs que ainda nem conseguem gerar carteira de crédito para ter securitizadora. A ideia é fazer um próximo produto que compre essa carteira de crédito diretamente das fintechs.”

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