Ministro prevê emissão de ações da Eletrobras no 1º trimestre de 2022

Ueslei Marcelino/Reuters
Ueslei Marcelino/Reuters

Projeto de desestatização da Eletrobras foi aprovado ontem (21) pela Câmara dos Deputados e segue para sanção presidencial

O processo de privatização da Eletrobras, que vai se dar por meio de emissões de ações diluindo o controle da União, deverá ocorrer durante o primeiro trimestre de 2022, disse o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, hoje (22), após a aprovação da desestatização na Câmara, na véspera.

“Em termos de modelagem deverá ser encerrado em novembro, dezembro, pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). E nós temos a expectativa que no primeiro trimestre de 2022 haja o início do processo de emissão de ações, da capitalização da empresa”, afirmou o ministro, em entrevista à rádio CBN nesta manhã.

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Ele reafirmou a expectativa do governo, de que o processo seja finalizado até o início do próximo ano.

“Os estudos de modelagem financeira, conduzidos pelo BNDES e que precisam ser aprovados pelo CNPE (Conselho Nacional de Política Energética), vão definir os valores da operação financeira e a quantidade de ações que a União irá manter na companhia”, disse o presidente da Eletrobras, Rodrigo Limp, em nota na noite de ontem (21).

O prazo para a sanção do texto pelo presidente da República é de 15 dias úteis após o envio pela Câmara dos Deputados, que aprovou a proposta em segunda votação, após aprovação do Senado.

“A aprovação nas Casas Legislativas é um passo importante para a concretização deste projeto, que foi apresentado pela primeira vez em 2017. A capitalização é fundamental para que a empresa amplie a sua capacidade de investimentos”, destacou Limp. (Com Reuters)

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