Cosan rescinde acordo com Porto Seguro; veja os destaques do Radar

Últimas notícias sobre: Mitre Realty, Aliansce Sonae, Alupar, Braskem, Assaí, Movida e Blau .

Isabella Velleda
Compartilhe esta publicação:

Acessibilidade


No Forbes Radar de hoje (22), a Cosan anunciou a rescisão de um acordo de investimento com a Porto Seguro, no que formaria uma joint venture de mobilidade chamada Mobitech. O “agravamento da conjuntura macroeconômica” foi citado como motivo para a decisão.

Já o laboratório Hermes Pardini aprovou a aquisição de ativos físicos da empresa DaVita HealthCare, correspondentes ao direito de utilização de dez unidades no estado de São Paulo.

Acompanhe em primeira mão o conteúdo do Forbes Money no Telegram

Veja esses e outros destaques corporativos do dia:

Cosan (CSAN3)

A Cosan afirmou que rescindiu um acordo de investimento com a seguradora Porto Seguro, encerrando as tratativas para a potencial formação de uma joint venture de mobilidade chamada Mobitech, devido à piora das condições de mercado.

Inscreva-se para receber a nossa newsletter
Ao fornecer seu e-mail, você concorda com a Política de Privacidade da Forbes Brasil.

Em um comunicado, a empresa disse que decidiu adotar uma abordagem mais conservadora em investimentos em meio a uma deterioração do cenário macroeconômico, citando inflação, taxas de juros e custo de capital mais altos.

Hermes Pardini (PARD3)

O laboratório Hermes Pardini aprovou a aquisição de ativos físicos da empresa DaVita HealthCare, correspondentes ao direito de utilização de dez unidades no estado de São Paulo, incluindo suas benfeitorias, equipamentos instalados para operação, e para realização de exames de análises clínicas, imagem, entre outros.

Os valores da transação não foram divulgados.

Mitre Realty (MTRE3)

A Mitre Realty aprovou a distribuição de dividendos no montante total de R$ 10,6 milhões, equivalente a R$ 0,1007 por ação ordinária.

Os dividendos serão pagos aos acionistas em uma única parcela em 16 de março, com base na posição acionária de 7 de março.

Aliansce Sonae (ALSO3)

A Aliansce Sonae aprovou a 5ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, para distribuição com esforços restritos, no valor total de R$ 500 milhões. Serão emitidas 500 mil debêntures em até duas séries.

Alupar (ALUP11)

A Alupar informou que sua controlada ESTE (Empresa Sudeste de Transmissão de Energia) da qual possui indiretamente 50,02% do capital social total, obteve o Termo de Liberação de Receita, o qual autoriza o recebimento de receita pela empresa.

Com esta liberação, será adicionada uma Receita Anual Permitida de R$ 123,6 milhões para o ciclo 2021/2022.

O investimento das instalações a ser unitizado será de aproximadamente R$ 495,4 milhões. Adicionalmente, o montante de R$ 107,9 milhões, referente às despesas financeiras líquidas durante o período de construção, foi capitalizado, totalizando, assim, o investimento total do projeto a ser unitizado de R$ 603,3 milhões.

Braskem (BRKM5)

A Braskem informou que a taxa média de utilização de suas centrais petroquímicas atingiu 85% no quarto trimestre, subindo ante 79% no trimestre imediatamente anterior, mas permanecendo estável na comparação anual.

Segundo a companhia, o aumento refletiu a maior disponibilidade de matéria-prima na central petroquímica do Rio de Janeiro e a maior demanda de polietileno no país.

Assaí (ASAI3)

A Assaí teve lucro líquido de R$ 527 milhões no quarto trimestre de 2021, crescimento de 76,3% sobre um ano antes. O desempenho foi apoiado pelo reconhecimento de créditos fiscais e aceleração de abertura de lojas, segundo balanço financeiro da empresa.

A geração de caixa medida pelo Ebitda ajustado do período foi de R$ 911 milhões, alta de 3,6% na comparação anual. Analistas, em média, esperavam lucro de R$ 315,3 milhões e Ebitda de R$ 897 milhões.

Movida (MOVI3)

A Movida registrou um lucro líquido de R$ 276,7 milhões no balanço do quarto trimestre, uma alta de 99,5% na base anual. A frota total totalizou 187 mil carros em 2021, crescimento de 57,8% em relação a 2020.

Blau (BLAU3)

A Blau reportou lucro líquido de R$ 44 milhões no quarto trimestre, uma redução de 41% na base anual. No ano, porém, a farmacêutica registrou lucro de R$ 324 milhões, um crescimento de 27% na comparação com 2020.

“Nosso forte desempenho ocorre em um momento desafiador, à medida que a crise global da saúde continua, as cadeias de suprimentos estão apertadas e as pressões inflacionárias significativas persistem”, afirmou a empresa em comunicado.

Compartilhe esta publicação: