MME confirma indicação de Adriano Pires para presidência da Petrobras; veja os destaques do Radar

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Isabella Velleda
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No Forbes Radar de hoje (29), o MME (Ministério de Minas e Energia) confirmou a indicação de Adriano Pires para a presidência-executiva da Petrobras, no lugar do general da reserva Joaquim Silva e Luna, após críticas do presidente Jair Bolsonaro sobre a alta nos preços dos combustíveis.

Já a Rede D’Or informou que irá distribuir JCP (juros sobre o capital próprio) no montante bruto total de R$ 194,3 milhões, correspondentes a R$ 0,0984 por ação ordinária.

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Veja esses e outros destaques corporativos do dia:

Petrobras (PETR3;PETR4)

O governo federal indicou Adriano Pires para a presidência-executiva da Petrobras, no lugar do general da reserva Joaquim Silva e Luna, após críticas do presidente Jair Bolsonaro sobre a alta nos preços dos combustíveis.

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Pires, doutor em Economia e diretor-fundador do Centro Brasileiro de InfraEstrutura (CBIE), é defensor histórico da paridade de preços da Petrobras em relação às cotações internacionais, e já defendeu a privatização da companhia.

A apresentação da nova chapa para o conselho foi divulgada em nota pelo Ministério de Minas e Energia (MME). A relação de nomes ainda apresentou Rodolfo Landim para presidir o conselho.

A saída do general da reserva ocorre após Bolsonaro ter criticado a alta de cerca de 25% no preço do diesel anunciada pela Petrobras no início do mês, quando também reajustou o valor da gasolina em quase 19%, na esteira da alta do petróleo no mercado internacional.

Questionado em meados deste mês, Bolsonaro afirmou que existia a “possibilidade” de substituição de Luna.

Caso a saída seja efetivada, será o segundo presidente da Petrobras a deixar a companhia devido a rusgas envolvendo preços de combustíveis. Em 2021, o então presidente da estatal Roberto Castello Branco saiu em condições semelhantes.

Rede D’Or (RDOR3)

A Rede D’Or informou que foi aprovada a distribuição de JCP (juros sobre o capital próprio) no montante bruto total de R$ 194,3 milhões, correspondentes a R$ 0,0984 por ação ordinária.

O pagamento será efetuado em 12 de abril de 2022 e tomará como base a posição acionária final de quinta-feira (31).

Unidas (LCAM3)

A Unidas informou que foi aprovada a emissão de 1 milhão de debêntures simples, não conversíveis em ações, em até duas séries, com valor nominal unitário de R$ 1 mil, perfazendo o montante total de, inicialmente, R$ 1 bilhão.

A data de emissão das debêntures será 15 de abril de 2022.

Auren Energia (AURE3)

A Auren, nova geradora de energia que estreou na bolsa ontem (28), pretende usar sua comercializadora para viabilizar os quase 2.000 megawatts (MW) de projetos que tem em carteira, apostando em contratos mais curtos para crescer.

Controlada pelo grupo Votorantim e o canadense CPP Investments, com 69,80% do capital social total, a Auren foca também na aquisição de ativos já operacionais de geração e transmissão para avançar no setor elétrico brasileiro, disseram à Reuters executivos da companhia.

A geradora concluiu ontem sua listagem no Novo Mercado da B3, após um processo de combinação dos ativos de energia dos dois maiores sócios e a incorporação da Cesp, que deixou de ter ações negociadas na bolsa. A ação da Auren terminou em alta de 1,9%.

Santander (SANB11)

O Santander Brasil informou que captou o equivalente a US$ 150 milhões com o IFC, braço do Banco Mundial, para financiar pequenos negócios na área de saúde no país.

Segundo a franquia do espanhol Santander, os recursos serão destinados a médicos, hospitais, clínicas, laboratórios, fornecedores e profissionais autônomos para modernizar o atendimento, e para manutenção e compra de equipamentos médico-hospitalares.

De acordo com o comunicado, os recursos fazem parte de um programa social do IFC para o setor saúde na região da América Latina, orçado em US$ 4 bilhões de dólares.

Os repasses serão geridos pela Santander Financiamentos, que já opera crédito para hospitais, operadoras de saúde, laboratórios, indústria de materiais e equipamentos, farmacêutica e centros de diagnósticos.

Minerva Foods (BEEF3)

O frigorífico Minerva disse que assinou acordo com a Biofílica Ambipar Environmental Investments para desenvolver uma joint venture em projetos de carbono.

A joint venture visa implementar projetos de carbono nas cadeias de fornecedores de carne na América do Sul, com exceção ao Brasil e ao Peru, e os projetos resultarão em créditos de carbono e Reduções de Emissões Verificadas que poderão ser negociados, disse a empresa em comunicado.

Movida (MOVI3)

A Movida informou que recebeu aprovação para uma linha de crédito de US$ 160 milhões do BID Invest, braço do Banco Inter-Americano de Desenvolvimento (BID).

Os recursos serão concedidos em duas tranches com prazo para saque em até dois anos. A primeira representa 19% do total e tem vencimento final de 10 anos, enquanto a outra representa 81% do total com vencimentos finais de 5 a 7 anos.

As linhas podem ser aplicadas em capital de giro, compra de ativos e projetos ligados à agenda ESG (ambiental, social e governança), como descarbonização e renovação de frota.

BRF (BRFS3)

A BRF aprovou a indicação do controlador da Marfrig, Marcos Molina, como novo presidente do conselho de administração, em um movimento que amplia a influência do frigorífico de bovinos sobre a gestão da empresa de aves e suínos.

A Marfrig é atualmente a maior acionista da BRF e afirmou anteriormente que desejava indicar os seus próprios membros do conselho de administração após ter adquirido uma participação de 33,25%.

Em assembleia de acionistas, a BRF também aprovou a nomeação do presidente do conselho do Santander Brasil, Sergio Rial, como vice-presidente do board da companhia de alimentos, de acordo com a ata da reunião. A nomeação de Rial foi também proposta pela Marfrig.

Energisa (ENGI11)

A Energisa informou que o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovou a aquisição de 100% da Gemini Energy pela Energisa Transmissão de Energia, controlada da empresa.

JSL (JSLG3)

A JSL informou que recebeu a aprovação de linha de crédito no valor de US$ 30 milhões do BID Invest. O montante será concedido via uma linha de crédito tipo “A” que tem vencimento final de 10 anos, com prazo para saque de até 2,5 anos.

Vamos (VAMO3)

A Vamos informou que recebeu a aprovação de US$ 30 milhões em linha de crédito do BID Invest. A linha de crédito poderá ser aplicada em capital de giro, aquisição de ativos e projetos relacionados à agenda ESG – como descarbonização e renovação de frota. (Com Reuters)

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