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Gisele Bündchen Ouviu 42 “Nãos” Antes de Conquistar o Mundo: Veja 7 Curiosidades

Maior modelo do Brasil completa 46 anos nesta segunda; gaúcha enfrentou críticas e portas fechadas para construir uma das carreiras mais bem-sucedidas da indústria

3 min

Gisele Bündchen, a maior modelo do Brasil e uma das mais icônicas do mundo, completa 46 anos nesta segunda-feira (20).

Embora tenha construído uma carreira de sucesso, o início da trajetória da gaúcha de Horizontina não foi fácil. Gisele ouviu 42 “nãos” até o “sim” que mudou sua história.

De adolescente rejeitada nos castings à modelo mais bem paga do planeta por 15 anos seguidos, ela mostrou que, na moda e nos negócios, personalidade e dedicação podem virar o jogo.

A seguir, veja 7 curiosidades sobre a trajetória de Gisele Bündchen

1. As passarelas não eram o plano

Descoberta por um olheiro em um shopping de sua cidade aos 13 anos, Gisele já chamava atenção com seus 1,80m de altura. No entanto, ela só estava fazendo um curso de modelo porque sua família a inscreveu para ajudá-la a melhorar a postura. Seguir carreira na moda não passava pela sua cabeça.

2. Críticas pela aparência

O início de Gisele na moda em São Paulo foi marcado por duras críticas à sua aparência. Ela chegou a ouvir de profissionais do mercado que jamais conseguiria estampar a capa de uma revista.

3. A saga dos 42 “nãos”

Aos 16 anos, ela se mudou para Nova York. Foram dois anos de persistência, indo a castings todos os dias e acumulando 42 rejeições consecutivas. A virada veio apenas em 1998, com um “sim” para um desfile de Alexander McQueen. Poucos meses depois, a previsão dos críticos caiu por terra: ela estrelava sua primeira capa na Vogue britânica.

4. A criação do termo “Ubermodel”

Em apenas quatro anos, Gisele tomou conta da indústria, tornando-se a modelo com mais contratos e capas de revistas. O impacto foi tão grande que, no final dos anos 1990, uma revista americana precisou inventar um termo só para ela: ubermodel (que significa “a maior de todas” em alemão). Ela mudou o padrão da época, inaugurando uma estética de modelo sexy, com curvas e uma postura ensolarada e sorridente nas passarelas.

5. O “Índice Gisele”

Em 2000, ela assinou com a Victoria’s Secret por US$ 25 milhões e se manteve como a modelo mais bem paga do mundo por 15 anos consecutivos. Um economista americano chegou a criar o “Índice Gisele”, calculando o valor da modelo como se fosse uma empresa de capital aberto. Segundo ele, além da beleza e do catwalk inigualável, o grande diferencial de Gisele é a sua inteligência financeira e a capacidade de conquistar empresas como porta-voz.

6. A passarela de 105 metros

Embora tenha se aposentado dos desfiles tradicionais em 2015, ela abriu uma exceção em 2016. Ao som de Garota de Ipanema, Gisele encarou a maior passarela da sua vida: os 105 metros do campo do Maracanã, na abertura da Olimpíada do Rio de Janeiro.

7. Uma nova missão de vida

Hoje, mãe de três filhos (o caçula nascido no ano passado), Gisele usa sua influência para a proteção da natureza. Embaixadora da ONU (Organização das Nações Unidas) para o meio ambiente, ela afirma que encontrou na ecologia a sua missão de vida.

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