Milho tem máxima de oito anos em Chicago com seca no Brasil e plantio lento nos Estados Unidos

O contrato de julho fechou em seu limite diário de alta, a US$ 6,5750 dólares por bushel, maior valor desde junho de 2013.

Redação
Compartilhe esta publicação:
Amanda Perobelli/Reuters
Amanda Perobelli/Reuters

A valorização do milho também levou trigo e soja a alcançarem as maiores máximas de oito anos

Acessibilidade


Os contratos futuros do milho negociados em Chicago atingiram hoje (26) o maior patamar desde junho de 2013, com preocupações sobre a oferta do cereal na América do Sul dando impulso ao mercado.

A valorização do milho também levou trigo e soja a alcançarem as maiores máximas de oito anos. O contrato de julho do grão fechou em seu limite diário de alta, a US$  6,5750 dólares por bushel.

LEIA MAIS: Alto custo do milho faz Brasil olhar para trigo como substituto na ração animal

A soja para julho avançou US$ 0,2325 centavos para US$ 15,3925 dólares/bushel, após atingir a marca de US$ 15,4475 dólares, valor máximo desde junho de 2013. Já o trigo subiu US$ 0, 2725 centavos, a US$ 7,3950 dólares/bushel, depois de tocar US$ 7,46 dólares, o mais alto nível desde fevereiro de 2013.

O tempo seco no Brasil ameaça o desenvolvimento da segunda safra de milho do país, já que o plantio atrasado deixou a cultura vulnerável aos danos pela seca.

Inscreva-se para receber a nossa newsletter
Ao fornecer seu e-mail, você concorda com a Política de Privacidade da Forbes Brasil.

“É o início do período de seca”, disse Karl Setzer, analista de riscos em commodities da Agrivisor. “Se não tivermos algumas chuvas logo, isso será uma preocupação.” O plantio lento no Meio-Oeste dos Estados Unidos, devido a uma frente fria, também deu suporte ao mercado, em momento em que as ofertas norte-americanas encolhem.(Com Reuters)

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Facebook
Twitter
Instagram
YouTube
LinkedIn

Siga Forbes Money no Telegram e tenha acesso a notícias do mercado financeiro em primeira mão

Baixe o app da Forbes Brasil na Play Store e na App Store.

Tenha também a Forbes no Google Notícias.

Compartilhe esta publicação: