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5 maneiras de combater a desigualdade salarial entre gêneros

Mulheres ganham, em média, o correspondente a 82,9% do salário dos homens

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A desigualdade salarial entre gêneros é um problema econômico persistente. Em 2014, o salário médio por hora de uma mulher nos Estados Unidos, US$ 15,21, correspondia a 82,9% do salário de um homem (US$ 18,35). A desigualdade salarial de gênero existe em todos os níveis educacionais e na maioria das ocupações. Estes são alguns dos dados de um relatório da organização norte-americana Economic Policy Institute.

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Tudo piora quando a desigualdade de gênero esbarra em outras diferenças, como nacionalidade e cor da pele. De acordo com as autoras Alyssa Davis e Elise Gould, mulheres negras e latinas são desproporcionalmente afetadas pelas desigualdades salariais. “Nos Estados Unidos, uma mulher negra ganha o correspondente a 65,1% do salário médio de um homem branco, e uma mulher latina, o correspondente a 58,9%”, diz o estudo. “Não apenas os homens são promovidos mais rapidamente, mas as diferenças de pagamentos entre os gêneros aumenta quando o nível de emprego aumenta”, afirma outro relatório, este da empresa de pesquisa Payscale.

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Estudos como estes podem desencorajar muitas mulheres no mundo corporativo. No entanto, é importante lembrar que estatísticas são generalizações. É possível fazer a sua parte para mudar isso.

Veja na galeria de fotos cinco maneiras de ajudar a combater a desigualdade salarial de gênero:

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