Nova Zelândia rejeita pedido para usar 5G da Huawei

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Mais cedo neste ano, a vizinha Austrália barrou a Huawei de fornecer equipamento 5G, também citando riscos à segurança

A agência de inteligência da Nova Zelândia rejeitou o primeiro pedido da indústria de telecomunicações do país para usar equipamentos 5G fornecidos pela chinesa Huawei Tecnologies, citando preocupações sobre segurança nacional.

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A fornecedora de serviços em telecomunicação Spark New Zealand, que fez o pedido, disse hoje (28) que irá avaliar o argumento antes de considerar novos passos.

A decisão ocorre no momento em que países ocidentais se tornam cada vez mais cautelosos sobre o que dizem ser envolvimento do governo chinês em celulares de quinta geração (5G) e outras redes de comunicação. A Huawei tem insistentemente repetido que Pequim não tem influência alguma sobre a companhia.

Mais cedo neste ano, a vizinha Austrália barrou a Huawei de fornecer equipamento 5G, também citando riscos à segurança. Na semana passada, o “Wall Street Journal” reportou que o governo dos EUA estava tentando persuadir companhias de países aliados a evitar a Huawei.

“Eu informei a Spark que um risco significativo à segurança da rede foi identificado”, disse hoje o diretor-geral do Gabinete de Segurança de Comunicações do Governo, Andrew Hampton.

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O ministro de Serviços de Inteligência, Andrew Little, disse à Reuters que a Spark – cujo pedido foi parte da primeira aplicação 5G do país – trabalhará com a agência para mitigar riscos. Ele não quis especificar as preocupações, citando informações confidenciais.

A Huawei disse em nota que irá “ativamente responder a quaisquer preocupações e trabalhar junto para achar um caminho adiante”, acrescentando que assinou mais de 20 contratos 5G com provedoras ao redor do mundo.

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