Ibovespa fecha no azul pela 6ª vez seguida

Getty Images
O giro financeiro da sessão somou R$ 31,5 bilhões

O Ibovespa avançou pela sexta sessão seguida hoje (15), fato que não acontecia desde fevereiro de 2018, com o mercado doméstico descolando da cautela global em relação à guerra comercial entre Estados Unidos e China.

LEIA MAIS: Ibovespa fecha em alta puxada por Petrobras com cessão onerosa

Após ter operando no vermelho durante boa parte da sessão, o índice ganhou fôlego no final, fechando perto da máxima, a 105.422,80 pontos, com alta de 0,89%. O giro financeiro da sessão somou R$ 31,5 bilhões, em sessão que contou com o vencimento de opções sobre o Ibovespa e índice futuro.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que não deve assinar um acordo comercial com a China até se reunir com o presidente chinês, Xi Jinping, em fórum no Chile.

A Guide Investimentos avaliou que a aprovação de medidas de apoio a Hong Kong pela Câmara dos Deputados dos EUA pode dificultar a relação entre Washington e Pequim. O governo chinês advertiu que tomará medidas efetivas para proteger firmemente sua soberania.

Em Wall Street, o S&P 500 recuou 0,19%. A economia dos EUA se expandiu em ritmo moderado em setembro e meados de outubro, mas muitas empresas estão sob maior pressão nos próximos meses, informou o Livro Bege do Federal Reserve, o último sinal de que o impacto das políticas comerciais do governo de Donald Trump continuam obscurecendo as perspectivas econômicas do país.

Para Igor Ghellardi, sócio da DOC Concierge, a postura mais “dovish” do Federal Reserve no Livro Bege sinaliza mais cortes na taxa de juros, o que ajudaria países emergentes, como o Brasil.

VEJA TAMBÉM: Ibovespa sobe pela 4ª sessão seguida

No Brasil, o Senado aprovou na noite da véspera o projeto que define os critérios de distribuição de parte dos recursos obtidos com o leilão de petróleo da cessão onerosa, abrindo espaço para votação da reforma da Previdência, no dia 22, o que repercutiu na sessão desta quarta-feira.

A equipe econômica da Itaú Asset Management cortou projeção para a Selic no fim de 2019, de 4,75% para 4%, e de 4,5%, para 3,75% no fim de 2020.

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Facebook
Twitter
Instagram
YouTube
LinkedIn

Tenha também a Forbes no Google Notícias.

Copyright Forbes Brasil. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução, total ou parcial, do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, impresso ou digital, sem prévia autorização, por escrito, da Forbes Brasil ([email protected]).