Nesta quinta-feira (17), o Ibovespa caiu 0,55% e fechou a 114.956,55 pontos, marcando a décima terceira queda consecutiva, novo recorde histórico. O mês de agosto ainda não fechou nenhuma sessão no azul, e acumula uma queda de 5,76%. O volume financeiro somava R$ 25,29 bilhões.
Limitando as perdas, a Vale (VALE3) subiu 1,41% a R$ 61,91, após fechar na véspera no menor patamar desde setembro de 2022, vindo de sete sessões de queda, período em que acumulou um declínio de mais de 7%. A Vale foi impulsionada depois que o contrato futuro do minério de ferro mais negociado na Dalian Commodity Exchange (DCE), na China, encerrou as negociações do dia em alta de 4,34%, para 768,5 iuanes (US$ 105,15 ) a tonelada, a maior cotação desde 26 de julho.
Liderando as baixas, a Via (VIIA3) e a São Martinho (SMTO3) caíram, respectivamente, 6,15% a R$ 1,68 e 32,22% a R$ 5,4.
No exterior
Nos Estados Unidos, os principais índices de Wall Street fecharam em baixa, perdendo os ganhos do período da manhã. Segundo André Luiz Rocha, da Manchester Investimentos, o mercado foi afetado pelos juros do título de 10 anos do Tesouro americano, que atingiu o maior nível em 15 anos, de 4,26%, impactando nos ativos de risco de todo mundo, principalmente na bolsa americana.
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Além disso, a ata do Federal Reserve divulgada na quarta-feira (16) mostrou uma divisão entre os diretores sobre a necessidade do aumento dos juros nas próximas reuniões, também mostrando incerteza sobre quando será o fim do aperto monetário.
Na Europa, os índices acionários caíram após uma série de balanços corporativos decepcionantes, bem como a alta dos rendimentos dos títulos em mais sinais de que os principais bancos centrais manterão as taxas de juros elevadas por mais tempo.
(Com Reuters)
