15 países com profissionais super qualificados

Mais de um terço dos imigrantes possui conhecimento acima do necessário

Redação
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A Coreia do Sul tem a maior parcela de super qualificação entre a força de trabalho nativa (59,6%)

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Em muitos países desenvolvidos, uma parte considerável dos profissionais é super qualificada para seus empregos. A questão tornou-se cada vez mais comum nos últimos anos e é mais evidente em economias com mercados de trabalho competitivos. Embora isso possa resultar em efeitos positivos para algumas organizações, que contam com funcionários que desempenham muito mais e melhor do que lhes seria exigido, esse cenário também pode provocar expectativas salariais mais altas, menores níveis de satisfação e maiores chances de abandono de emprego. A definição da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) da taxa de super qualificação está relacionada à parcela dos altamente qualificados que trabalham em um cargo de baixa ou média qualificação.

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Segundo o Statista, portal de inteligência de negócios e pesquisas de mercado, mais de um terço dos imigrantes altamente qualificados que trabalham nos países membros da OCDE tem conhecimento acima do necessário para seus empregos – a taxa exata difere significativamente entre os países.

Com exceção de Portugal, esta porcentagem é particularmente elevada em todo o sul da Europa, onde muitos imigrantes qualificados têm empregos de baixa e média qualificação. Mas não é exclusividade da região.

Grécia, Espanha e Itália são exemplos ​​de países do sul da Europa onde os estrangeiros têm uma taxa de qualificação muito maior do que a média da população nativa, com 60,7% contra 32% no primeiro caso, 53,6%
contra 36,9% no segundo e 51,7% contra 16,9% no terceiro.

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A Coreia do Sul tem a maior parcela de super qualificação entre a força de trabalho nativa (59,6%). Nos Estados Unidos e no México, os trabalhadores nativos e estrangeiros têm a mesma probabilidade de serem qualificados demais para seus empregos. O mesmo ocorre com o Brasil, onde a diferença entre nativos e estrangeiros super qualificados não é muito grande – 21% x 16,5%.

Veja, na galeria de imagens a seguir, o percentual de trabalhadores nativos e estrangeiros de 15 países super qualificados para seus cargos (os dados coletados englobam profissionais de 18 a 64 anos com empregos de baixa ou média qualificação, segundo a ISCO):

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    1º. Coreia do Sul

    Nativos super qualificados: 59,6%
    Estrangeiros super qualificados: 74,5%

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    2º. Grécia

    Nativos super qualificados: 32%
    Estrangeiros super qualificados: 60,7%

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    3º. Espanha

    Nativos super qualificados: 36,9%
    Estrangeiros super qualificados: 53,6%

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    4º. Itália

    Nativos super qualificados: 16,9%
    Estrangeiros super qualificados: 51,7%

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    5º. Estados Unidos

    Nativos super qualificados: 35,6%
    Estrangeiros super qualificados: 36,6%

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    6º. Austrália

    Nativos super qualificados: 22,6%
    Estrangeiros super qualificados: 32,1%

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    7º. México

    Nativos super qualificados: 33,1%
    Estrangeiros super qualificados: 31,8%

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    8º. Reino Unido

    Nativos super qualificados: 23,4%
    Estrangeiros super qualificados: 31,6%

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    9º. Alemanha

    Nativos super qualificados: 16,2%
    Estrangeiros super qualificados: 31,4%

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    10º. França

    Nativos super qualificados: 20,7%
    Estrangeiros super qualificados: 30,3%

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    11º. Suécia

    Nativos super qualificados: 11%
    Estrangeiros super qualificados: 30,1%

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    12º. Polônia

    Nativos super qualificados: 19,5%
    Estrangeiros super qualificados: 30%

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    13º. Turquia

    Nativos super qualificados: 32,2%
    Estrangeiros super qualificados: 29,7%

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    14º. Países Baixos

    Nativos super qualificados: 15,5%
    Estrangeiros super qualificados: 22,2%

  • 15º. Brasil

    Nativos super qualificados: 21%
    Estrangeiros super qualificados: 16,5%

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1º. Coreia do Sul

Nativos super qualificados: 59,6%
Estrangeiros super qualificados: 74,5%

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