5 motivos por que um CEO deveria aprender a surfar

Assim como nos negócios, o esporte traz oportunidades e riscos.

Beatriz Boyadjian
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No mundo dos negócios, empreendedores se aventuram e procuram atingir o topo da onda

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O surfe é um esporte de aventura, classificado até como radical. Exige equilíbrio, força, disposição e atenção diante da imprevisível movimentação do mar. O desafio é se manter o maior tempo possível de pé na prancha, enquanto desliza e pratica manobras sobre as ondas. Mais do que isso: é saber entender seus limites e se projetar ao desconhecido com a vontade de viver aquela experiência.

LEIA MAIS: 5 dicas para se tornar um CEO de sucesso

O exercício é individual – o surfista pensa, calcula e age sozinho em uma imensidão de águas. Ao se colocar no mar, ele não sabe o que esperar. Por todas essas características, o surfe pode ser usado como uma excelente metáfora para os negócios. Assim como no mundo corporativo, empreendedores se veem diante de incertezas e agarram oportunidades sem saber o destino ao certo. Eles se aventuram e procuram atingir o topo da onda.

Um CEO e um surfista têm objetivos – estão em busca de algo – e, diante de surpresas, usam da criatividade e testam novas abordagens em manobras para manter a estabilidade e não cair.

Veja, na galeria de fotos abaixo, 5 motivos por que todos os CEOs deveriam aprender a surfar:

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    1. É preciso saber lidar com a natureza

    A natureza é um elemento poderoso. Assim como acontece nos mares, os líderes empresariais criam cenários imaginários com todas as possíveis variáveis, mas o mercado age e reage sem que seja possível antever todos os fatores. Deste modo, a capacidade de se adaptar e entender o meio é mais do que necessária.

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    2. Não há como ser um grande surfista em um mar seguro e sem ondas

    O surfe exige que o mar esteja mais agitado e com ondas para acontecer – ou seja, com riscos. O bom surfista vê na oscilação e na incerteza a oportunidade, mesmo que isso o assuste. Diante de constantes transformações no mercado e nos negócios, o líder precisa ser capaz de enxergar oportunidades nestas ondas e ter a coragem de aproveitar o que possa vir de bom delas.

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    3. É papel do surfista – e do líder – saber dosar e assumir os riscos

    O autoconhecimento é indispensável para saber o quanto é possível aproveitar uma oportunidade e quando é a hora de deixar passar e apenas se proteger. Há grandes ondas, as chances únicas, e outras que são mais do que se pode administrar – o que pode ser muito arriscado e até fatal. É imprescindível que o líder saiba quando a oscilação é boa e quando o excesso dela pode ser prejudicial.

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    4. O esporte exige que a pessoa reconheça suas limitações

    O surfe exige muito e expõe a integridade física daqueles que não estão aptos. No mundo dos negócios, é necessário conhecer bem suas virtudes e limitações: um indivíduo pode ser o melhor surfista em ondas rápidas e péssimo em oscilações grandes. Ao compreender isto, será mais fácil se dedicar a algo com um maior potencial de sucesso.

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    5. O melhor surfista é aquele que sabe usar suas habilidades para aproveitar as forças que não controla

    Não há como controlar tudo. Humildade diante do mundo ainda é uma virtude. Esta é uma lição aos CEOs também: não é o mais forte que vence, mas o que melhor se adapta às novas circunstâncias e diferentes variáveis.

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1. É preciso saber lidar com a natureza

A natureza é um elemento poderoso. Assim como acontece nos mares, os líderes empresariais criam cenários imaginários com todas as possíveis variáveis, mas o mercado age e reage sem que seja possível antever todos os fatores. Deste modo, a capacidade de se adaptar e entender o meio é mais do que necessária.

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