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Carreira

Conheça três soft skills que fazem os designers serem desejados no mercado

No Dia do Designer, listamos qualidades que qualquer profissional pode desenvolver para enriquecer sua carreira, seja qual for a área de atuação

3 min
UX Writing, área que cuida da experiência do consumidor, é uma das áreas de atuação em que designers podem fazer carreira

Projetar móveis, objetos ou revistas há algum tempo deixou de ser o principal campo de atuação de quem escolhe o design como profissão. A ideia de desenhar uma cadeira e alçá-la ao patamar de obra de arte ainda é parte do trabalho de muitos designers, mas os profissionais que trilham essa carreira têm se espalhado por diversos departamentos, como o design de experiências, de serviços e de marcas de uma forma geral, não se restringindo à sua identidade visual. “São várias as camadas de atuação e, quando a gente extrapola o mundo corporativo, vai também para a relação com a cidade e com o meio ambiente”, diz Thiago Hassu, CEO e fundador da Meiuca, agência que começou há quatro anos com a ideia de prestar consultoria a grandes empresas que queriam gerar impacto social por meio do design com cursos e projetos.

Hoje com 30 colaboradores e clientes como Claro, Carrefour, XP, OLX e Hotmart, a Meiuca se transformou. Tem  um braço de educação, onde o principal curso é o de Design System, e se prepara para criação de softwares capazes de trazer escala ao trabalho que desenvolve com empresas – além da participação em projetos sociais. No Dia do Designer, pedimos para que Hassu, que é formado em publicidade mas que contratou 15 designers para seu time, listasse algumas características importantes para quem atua na área e quer ampliar o leque. Ou para quem quer aproveitar o amplo campo de atuação possível a esses profissionais e entender o que os faz ganharem espaço em mercados diversos. “Os designers hoje estão espalhados em todos os departamentos de uma empresa.”

LEIA MAIS: Por onde andam os talentos: a importância da formação dos profissionais de hoje e do futuro

1. Empatia
“A capacidade de nos colocar no lugar do outro e entender os múltiplos cenários e pessoas que interagem com o problema que a gente se propõe a resolver.”

2. Colaboração
“O design sempre enfrenta problemas complexos e é praticamente impossível tentar resolver alguma coisa sozinho. A colaboração é parte essencial do trabalho.”

3. Experimentação
“A gente acredita muito em prototipar aquela hipótese, de colocar na rua e deixar com que os atores daquele ecossistema validem se a solução que criamos é boa para o problema que estamos tentando resolver. De resto, são ferramentas e metodologias complementares.”


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