Os millennials amam viajar. Mesmo que isso traga algum prejuízo. De acordo com um estudo de 2016 feito pelo Airbnb e pela empresa de pesquisa de marketing GfK, na lista de prioridades dos jovens da geração Y viajar é mais importante do que pagar as dívidas. Mas, de acordo com um relatório do instituto de pesquisa Pew Research, de fevereiro de 2017, os millennials estão se mudando cada vez menos.
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Apenas 20% dos jovens entre 25 e 35 anos se mudaram no último ano e a mobilidade dos millennials é, atualmente, mais baixa que de uma pessoa de 50 anos. O relatório do Pew afirma que, para muitos jovens adultos que se mudaram no último ano, as oportunidades de trabalho eram a principal motivação. Outro estudo sobre para onde se mudar, conduzido pelo site de educação financeira Growell, identificou que a maioria das chances profissionais estão concentradas em cidades norte-americanas.
O problema é que os millennials estão se estabelecendo nas cidades erradas. De acordo com David Johnson, um jornalista de dados da “Time”, Nova York teve o maior fluxo de jovens da geração do milênio, com 29.774 deles migrando para lá entre 2010 e 2015. Isso ocorre devido aos altos salários e uma boa disponibilidade de oportunidades. Mas, a métrica real, aquela que importa, não inclui o número de empregos disponíveis ou o valor dos salários, mas sim o rendimento líquido.
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E é neste ponto em que Nova York e outras importantes áreas metropolitanas falham. Custos de vida exorbitantes eliminam a maioria, senão todos os benefícios financeiros. Na verdade, a big apple aparece em 95º lugar na lista do Growella das 100 melhores cidades para millennials justamente por este motivo.
A meta para estes jovens deveria ser, então, mudar-se para cidades que ofereçam melhores oportunidades de trabalho e custos mais baixos de vida.
Veja, a seguir, as 3 três cidades norte-americanas que representam o melhor dos dois mundos para os millennials viajantes prontos para se estabelecerem ou, pelo menos, se instalarem de uma vez.