Após manhã volátil, Ibovespa firma reação com exterior

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Na tarde de hoje (3), a bolsa brasileira passou a acompanhar uma recuperação no exterior

Apesar de uma manhã conturbada e com volatilidade, o Ibovespa, hoje (3) à tarde, passou a acompanhar o otimismo das bolsas no exterior.

O dia é de recuperação nos mercados acionários globais com investidores mais tranquilos e confiantes nas medidas de controle e contenção do avanço do coronavírus no mundo. Na China, a doença já matou mais de 360 pessoas.

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Às 14h52, horário de Brasília, o índice subia 1,28% aos 115.214 pontos.

A Braskem (BRKM5) lidera os ganhos do Ibovespa com alta de 4.91% a R$ 33,10, seguida de Estácio (YDUQ3) com valorização de 4,84% a R$ 55,26, Notre Dame (GNDI3) avançava 4,07% R$ 73,07, Qualicorp (QUAL3) com ganhos de 4,03% a R$ 43,13 e Hapvida (HAPV3) com mais 3,81% a R$ 62,36.

No topo da lista das maiores quedas do Ibovespa, IRB BRASIL ON. Segundo a Reuters, as ações da empresa eram pressionadas por uma carta da Squadra Investimentos apontando grande disparidade entre preço e valor nas ações, citando indícios de lucros normalizados (recorrentes) muito inferiores aos lucros contábeis reportados nos balanços.

Em nota reportada à Comissão de Valores Mobiliários, a IRB explicou que suas demonstrações financeiras são elaboradas segundo as normas contábeis e atuariais vigentes com absoluta precisão, passando por rigoroso processo de governança.

A IRB também alegou que o emissor da carta possui posição vendida nas ações da companhia e interesse econômico diametralmente conflitante com os interesses da empresa. Além disso, a IRB avalia medidas legais.

As ações IRBR3 chegaram a cair 13% pela manhã, mas reduziram perdas à tarde, com baixa de 4,42% a R$ 42,85.

Ainda entre os destaques de queda, Eletrobras (ELET3 e ELET6) com recuo de 2,47% a R$ 38,25 e de 1,79% a R$ 40,14, respectivamente, Klabin (KLBN11) que caía 0,96% a R$ 20,55 e Sulamérica (SULA11) com menos 0,48% a R$ 62,70.

No mercado de câmbio, o dólar tinha desvalorização em relação ao real e caía 0,88% a R$ 4,24. O euro perdia 1,17% a R$ 4,69.

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Luciene Miranda é jornalista especializada em Economia, Finanças e Negócios com coberturas independentes na B3, NYSE, Nasdaq e CBOT

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