Roupas inteligentes são tendência global, Grupo Boticário, Loft & Muito Mais

TENDÊNCIAS GLOBAIS

Segurança e distanciamento social vão impulsionar a adoção de roupas inteligentes

O distanciamento social tornou-se crucial para evitar a propagação de doenças contagiosas como a Covid- 19 e provocou o surgimento de inúmeros recursos, como sensores de presença, acabamentos antivirais e termômetros que podem impulsionar a adoção de roupas inteligentes em toda a região da Ásia-Pacífico (APAC) nos próximos dois anos, segundo um estudo da GlobalData.

Manish Chaurasiya, analista de tecnologia da empresa de dados, diz que a integração da tecnologia a roupas normais, do dia a dia, torna os tecidos mais inteligentes, e que o segmento está atraindo profissionais de saúde interessados em monitorar e analisar remotamente a temperatura corporal em tempo real, a frequência cardíaca e respiratória e a ventilação em pacientes atingidos pela pandemia.

Como parte do setor de dispositivos wearables, as roupas inteligentes estão sendo testadas para novos usos e áreas de aplicação com o objetivo de atrair um novo público, além dos entusiastas dos esportes. A Xenoma, com sede no Japão, por exemplo, lançou o e-skin Sleep & Lounge, um pijama inteligente com monitoramento remoto projetado especialmente para pessoas mais velhas.

Como o Google fornece tecnologia de roupas inteligentes em seu projeto Jacquard para empresas como Levi’s e Adidas, outros gigantes globais, como Microsoft e Apple, também estão planejando entrar neste mercado. No final de 2019, a Microsoft registrou uma patente para fios eletronicamente funcionais, enquanto a Apple patenteou a tecnologia de monitoramento de saúde para roupas inteligentes.

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TENDÊNCIAS REGIONAIS

Metade dos projetos de inovação na AL é abandonada por falhas

Pesquisa da empresa de cibersegurança Kaspersky indicou que 98% dos líderes de inovação da América Latina admitem que os seus projetos falham muitas vezes antes de serem lançados. Quase metade deles (48%), na realidade, nem sequer passa da fase de desenvolvimento.

A falta de cooperação entre os departamentos de segurança da informação também faz aumentar a probabilidade de que um projeto nunca seja lançado. O levantamento indicou, ainda, que a fase de desenvolvimento é considerada a mais desafiadora ao longo do “ciclo de vida da inovação”. Quase metade (48%) dos decisores seniores de inovação latino-americanos entrevistados concordam com essa afirmação. A pesquisa escutou 304 líderes de inovação de empresas ao redor do mundo, sendo que 50 deles são da América Latina.

Para a maioria das empresas latino-americanas, o principal motivo do fracasso da inovação é a falta de compreensão das necessidades dos clientes, com 26%. Isso significa que a capacidade de executar é tão importante como ter uma ideia brilhante, a fim de transformar um insight valioso numa solução rentável e plausível. Uma vez estabelecido o plano, vale a pena também analisá-lo regularmente para acompanhar a atividade da concorrência, as tendências do mercado e as flutuações da indústria.

A cibersegurança não foi listada entre as principais razões pelas quais os projetos falham. No entanto, existe uma crença partilhada (82% concordam) de que, ao não incluir um diretor de segurança da informação na fase inicial do processo, as empresas estão aumentando a probabilidade de que o seu projeto de inovação não seja bem-sucedido. Isso pode estar relacionado com a incapacidade de adaptar os projetos às regras rigorosas de cibersegurança, com mais de metade (54%) dos entrevistados acreditando que a política de segurança da informação em sua empresa asfixia a inovação.

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TENDÊNCIAS NACIONAIS

Automação avança no Brasil

A automação avançou no Brasil neste ano, apesar dos desafios da pandemia, segundo dados da Associação Brasileira de Automação, com apoio da empresa de pesquisas GfK. A quarta edição do Índice de Automação do Mercado Brasileiro sugere que houve um aumento geral de 3% na adoção de sistemas de automação por parte de empresas, indústrias e consumidores em relação ao ano passado.

Entre consumidores, houve um crescimento de 3% em automação, impulsionado pela adoção cada vez maior de relógios inteligentes e aplicativos de celular. Segundo o estudo, a cada seis eletrodomésticos em residências, um já está conectado por meio da internet. Itens de automação mais comuns são portões eletrônicos, ar-condicionado, circuito interno de vigilância, alarmes e iluminação automática.

Em comércio e serviços, o crescimento também foi de 3%. Entre os sistemas mais usados nessa vertical, estão Warehouse Management Systems (WMS), Customer Relationship Management (CRM), Business Intelligence (BI) e intercâmbio de dados (EDI), além da URA Inteligente no atendimento. Segundo o estudo, 22% das empresas do setor já identificam o perfil do cliente. Em indústria, o crescimento da automação foi de 2%. Empresas desta vertical possuem cinco linhas de produção em média, segundo o estudo, sendo 68% delas automatizadas.

Getty Images

Classes D e E dependem do celular para trabalho e estudo

O smartphone é o principal dispositivo utilizado pelos brasileiros menos privilegiados para realizar atividades como trabalho e estudo, segundo a pesquisa TIC Covid-19 divulgada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), ligado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).

Segundo o levantamento, que considera um contingente de aproximadamente 101 milhões de usuários de internet e foi realizado entre 10 de setembro e 1 de outubro deste ano, 74% dos usuários das classes D e E só acessam a rede por meio do celular. O uso do dispositivo como o principal recurso para estudar é maior entre os usuários das classes D e E (54%), quando comparado às classes C (43%), ou A e B (22%). Segundo o estudo, o uso de notebooks, computadores de mesa e tablets como o principal recurso para estudar de forma remota é maior nas classes A e B (66%), e é menos acessível aos estudantes das classes C (30%), ou D e E (11%). Esta camada menos favorecida também sofre de outros problemas como a falta ou baixa qualidade de conexão à internet.

Quando o assunto é home office, modalidade em que 23 milhões de brasileiros atualmente trabalham, os mais pobres têm baixa representatividade. O trabalho remoto é predominante entre as classes A e B (70%), e os com 60 anos ou mais (58%). A maioria usa notebook: 52% que tinham este equipamento eram das classes A e B. Por outro lado, 84% dos usuários de internet das classes D e E fez uso de smartphones para atividades de trabalho.

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O QUE MAIS ESTÁ ACONTECENDO NO ECOSSISTEMA

Plug and Play anuncia segunda turma no Brasil

A filial brasileira da aceleradora do Vale do Silício Plug and Play anunciou a seleção das 19 startups escolhidas para sua segunda turma. As startups foram selecionadas pelas empresas mantenedoras do centro nos setores de fintech, alimentos e agtech. As organizações parceiras do centro no Brasil incluem ELO, Sicoob, BRB, Ihara, Claro, Suzano e Klabin. As startups selecionadas entrarão nos programas de Food & Agtech ou de Serviços Financeiros nos próximos três meses. Entre as startups de fintech, está a empresa de open banking Prometeo, a Supersim, de empréstimos, e a Xerpa, que atende empresas com ferramentas de gestão financeira com foco no colaborador. Entre as empresas de alimentos e agtech, estão a Saara, que usa inteligência artificial e visão computacional para reduzir desperdícios no setor de logística, e a Neomode, que conecta varejistas online com lojas físicas.

Grupo Boticário cria aceleradora de startups

O Grupo Boticário criou uma aceleradora, a GB Ventures, com foco em startups de estágio inicial, com soluções já testadas no mercado de beleza. Uma vez selecionadas, as startups serão acompanhadas pelo grupo para desenvolver seus projetos. Segundo a empresa, a ideia é buscar startups que tenham a proposta de otimizar processos e reinventar o setor, com desafios nas áreas de beautytech, desenvolvendo ofertas como tecnologia de skincare, produtos customizáveis e embalagens sustentáveis. Em retailtech, a ideia é achar soluções de canais de venda, omnichannel, indústria 4.0, social commerce, processos de crédito, antifraude, entre outros. No pilar trendsetter, o grupo quer encontrar startups desenvolvendo novos serviços, inteligência artificial adaptada para experiências sensoriais e outras ideias com potencial inovador. As inscrições acontecem de 15 de novembro a 18 de dezembro e estão abertas para startups do território nacional. Após as etapas de seleção, a aceleração de fato deve iniciar a partir de fevereiro de 2021.

Buser alcança marca de 1 milhão de passageiros transportados

A plataforma online de fretamento colaborativo de ônibus Buser atingiu a marca de 1 milhão de passageiros transportados desde 2017, quando começou. Na última semana, a empresa organizou uma manifestação em São Paulo contra as medidas impostas pela Agência Reguladora de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), que tenta impedi-la de oferecer viagens aos usuários. Com a mobilização, conseguiu que mais de 125 mil e-mails fossem enviados à agência pedindo a liberação dos serviços da empresa. A plataforma de intermediação de viagens de ônibus já conta com cerca de 3 milhões de usuários cadastrados em seu sistema, aptos a viajar de ônibus para todo o Brasil.

LEIA MAIS: Marcelo Abritta, da Buser: “Minha maior preocupação é com a vida dos clientes”

Divulgação

Antonio Guanaes prepara lançamento do Mini Map em Nova York

Morando atualmente nos Estados Unidos, Antonio Guanaes, filho do publicitário Nizan Guanaes, juntou um time de sócios e programadores para criar uma rede social com foco em eventos. “A ideia é centralizar a grande quantidade de iniciativas, sociais e esportivas, que acontecem em cidades muito vibrantes como Nova York e que, muitas vezes, não entram no radar das pessoas porque estão concentradas nos bairros”, explica o jovem empreendedor. Para os estabelecimentos, a ferramenta – que funciona em tempo real – é uma oportunidade de atrair um público que talvez não chegasse até lá de outra maneira, inclusive com a oferta de promoções, sem os custos impostos pelos aplicativos de delivery, por exemplo. O app vai funcionar de forma colaborativa, ou seja, poderá ser abastecido tanto pelos bares, restaurantes e locais de eventos quanto pelos usuários. No início, para ganhar massa crítica, o Minimap, como foi batizado, será gratuito e estará disponível, até o final do mês, para iOS. O próximo passo é estender para browser e Android. Outras cidades também já estão nos planos, entre elas, a capital paulista. Antonio aposta principalmente no imediatismo da geração Z – da qual ele mesmo faz parte – para o sucesso do empreendimento. “A gente não se programa muito, acabamos decidindo tudo em cima da hora.”

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Bibi lança e-commerce na América Latina

A marca de calçados infantis Bibi anunciou a expansão do seu comércio eletrônico para o Chile. “Com a chegada da pandemia e as lojas fechadas, começamos a efetuar vendas pelas redes sociais. Ao analisar essa questão, vimos que seria atrativo para o mercado chileno investir em um e-commerce, que daria mais segurança, conforto e agilidade aos clientes. Conseguimos nos adaptar num prazo de 40 a 45 dias e hoje conseguimos explorar o negócio também por meio de marketplace, que dão um incremento no faturamento”, revela Macarena Fache, responsável pela implantação do projeto. A logística é toda feita localmente, com fornecedores avaliados e validados. Após a retomada regular das atividades e a estabilização do cenário em meio a pandemia, está nos planos dar continuidade ao projeto de expansão para a implantação de uma loja física no Chile. O objetivo da companhia é levar o modelo de negócio do e-commerce para outros países, inicialmente da própria América Latina.

Valencia CF ganha hub de inovação no esporte

O “Horizon Report” de 2020, financiado pelo programa de pesquisa e inovação da União Europeia, elegeu Valência como uma das seis capitais da inovação da Europa do ano. A cidade espanhola viu seu perfil como um centro de tecnologia crescer nos últimos tempos principalmente graças à uma forte rede de universidades e organizações como a startup Valencia. Sem fins lucrativos, a organização promove a cidade e a comunidade em geral como um destino internacional para o empreendedorismo, que agora será apoiado por uma aliança com a LaLiga Santander, através da equipe do Valencia CF, pioneira em tecnologia, com investimentos em vários projetos de transformação digital ao longo dos últimos anos. Essa parceria planeja levar os esforços em prol da inovação a outro nível, com a lançamento do VCF Innovation Hub. Localizado no estádio Mestalla, o centro proporcionará um espaço para os empresários da cidade se concentrarem em inovações destinadas aos esportes. Os projetos iniciais se concentrarão em medicina, ciência do esporte, infraestrutura de estádio inteligente e envolvimento dos fãs.

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Planet Smart City lança no Smart City Aquiraz para mercado imobiliário cearense

A Smart City Aquiraz, que está sendo construída no Ceará pela Planet Smart City, foi lançada oficialmente para o mercado imobiliário. A iniciativa é o quarto projeto inteligente da Planet no Brasil e o segundo no estado. Planejada em uma área de 200 hectares e com capacidade para 18 mil pessoas, a cidade inteligente já possui a primeira etapa de 44 hectares concluída e entregue e terá mais de 50 smart solutions nas áreas de tecnologia, meio ambiente, inovação social e planejamento e arquitetura. Financiada com recursos próprios, a Planet Smart City investirá, ao todo, US$ 40 milhões no projeto. A cidade inteligente é aberta, sem taxa de condomínio e terá cerca de 5 mil lotes, entre residenciais e comerciais. As primeiras casas serão concluídas neste segundo semestre e a previsão é que até o final do ano receba os primeiros moradores.

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Plataforma exclusiva para artesãos é lançada pelo Grupo Mulheres do Brasil

Para incentivar a mão de obra artesanal e impulsionar a comercialização de produtos feitos por pequenos e médios artesãos, o Grupo Mulheres do Brasil anunciou o lançamento da plataforma de e-commerce Terrartesã. A ideia é estender para todo o país a possibilidade de conhecer e apoiar o trabalho de milhares de artesãos brasileiros, com cuidadosa curadoria para que também dissemine modernidade, qualidade e estilo. A iniciativa não tem fins lucrativos e terá sua renda reaplicada na própria manutenção do projeto. Inicialmente, a plataforma contará com produtos feitos no Ceará, onde serão contemplados o trabalho de rendeiras da Federação de Cooperativas, Associações do Ceará (Fecarce) e também de internas e internos do sistema prisional que passaram pela profissionalização. Uma das principais incentivadoras do projeto, Luiza Helena Trajano, que também é voz ativa do Grupo Mulheres do Brasil, endossa a importância do Terrartersã como instrumento de transformação da realidade de milhares de brasileiros que vivem em função dessa arte. “É um sonho antigo de todas nós resgatar histórias, talentos e fazer com que todas essas pessoas tenham uma comercialização regular dos produtos que se dedicam com tanto carinho”, reforça.

VEJA MAIS: Ana Fontes, da Rede Mulher Empreendedora: “O Brasil precisa de políticas de inovação que incluam mulheres”

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Aplicativo de mobilidade lança o Garupa Food

Quando o coronavírus chegou e levou os clientes do aplicativo de mobilidade Garupa ao isolamento, a demanda mudou. O carro-chefe da empresa, que antes era a mobilidade das pessoas, passou a ser a entrega de documentos e objetos. A expansão do serviço agora chegou ao delivery de comida. O Garupa Food já está presente em pelo menos 25 cidades do Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais e São Paulo. A expectativa é chegar a 70 até o final deste ano. E quem quiser fazer algum pedido, não precisa baixar um app novo. O delivery é oferecido no mesmo aplicativo Garupa, assim como os outros serviços. Segundo o CEO da empresa, Marcondes Trindade, o projeto de oferecer a logística para entrega de envelopes, pequenos objetos e mercadorias já estava nos planos da empresa para implementação em 2020/2021. Com a chegada da pandemia, o executivo teve que acelerar ao perceber que, em dois dias, o faturamento caiu 90% apenas no Rio Grande do Sul, responsável por 85% do caixa da empresa. “Vimos que havia outros produtos a oferecer, não só a mobilidade de pessoas. A empresa precisava se posicionar com a logística”, explica Marcondes. Hoje, 60% do faturamento vem do delivery e 40%, com a mobilidade das pessoas.

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INVESTIMENTOS

Veritran celebra 15 anos com US$ 10 milhões em investimentos

Como parte de seu 15º aniversário, a Veritran, empresa argentina destina a impulsionar a transformação digital por meio de sua plataforma Low-Code, anuncia um novo investimento global de US$ 10 milhões para promover e consolidar seus planos de crescimento em todo o mundo. Até 2021, a empresa projeta sua chegada ao Canadá e a outros países da Europa. Além disso, investirá na criação de novos centros de desenvolvimento de soluções e na ampliação de sua rede de parceiros de negócios, estendendo sua plataforma a outros setores. “A conjuntura atual acelerou a transformação digital globalmente. Os paradigmas mudaram. Hoje em dia, todo mundo pensa em ser 100% digital e esse pensamento norteador veio para ficar. Nesse sentido, possuir tecnologia que permita o desenvolvimento de soluções digitais ágeis e seguras passa a ser a resposta e o caminho para o progresso e a inclusão social”, diz Marcelo González, fundador e CEO da Veritran, que atua no Brasil desde julho deste ano.

Multilaser anuncia aporte de R$ 10 milhões no WE Ventures

No mês em que completa um ano, o WE Ventures, parte do programa Women Entrepreneurship (WE), projeto da Microsoft Participações em parceria com Sebrae e M8 Partners (em associação com a Bertha Capital) que tem como proposta estimular o empreendedorismo feminino em tecnologia no país, anuncia a iniciativa Mais WE, que contemplará uma série de investimentos recebidos em diferentes segmentos como tecnologia, saúde, educação, seguros, jurídico e sustentabilidade. Para marcar o lançamento, a Multilaser, especializada em suprimentos de informática, anunciou investimento de R$ 10 milhões no programa. A companhia irá investir em até dez empresas cuja área de atuação é voltada para e-commerce e varejo, a fim de buscar soluções em logística e pontos de venda. Por meio do WE Ventures, a Multilaser investirá entre R$ 1 milhão e R$ 5 milhões por startup em fase de tração, com faturamento mínimo de R$ 200 mil.

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CRESCIMENTO

Curseria registra crescimento de 600% em 2020

A Curseria, plataforma de cursos online que alia educação e entretenimento, registrou crescimento de 600% até agora em 2020 em comparação a 2019. Para garantir conteúdos que estejam em linha com os temas mais procurados pelos consumidores, a startup tem investido em Big Data e inteligência artificial. “Por meio destas features identificamos novos temas e para 2021, pretendemos aumentar os lançamentos de cursos inéditos, com uma média de 25 novas personalidades, sem contar a abertura de novas classes para os cursos que já estão disponíveis”, diz Danilo Ricchetti, um dos fundadores da empresa. A startup ainda pretende lançar, até o final deste ano, 15 novas turmas. O portfólio conta com nomes como Henrique Fogaça, Bela Gil e Pedro Bial, com conteúdo que aborda os mais diversos temas, como gastronomia, comunicação, lifestyle, entre outros. Os conteúdos possuem duração de quatro a 18 horas com aulas de aproximadamente 30 minutos cada.

Loft triplica vendas de apartamentos no terceiro trimestre do ano

A Loft, startup que facilita compra, financiamento, troca e venda de imóveis, viu seu volume de vendas aumentar cerca de 220% no terceiro trimestre, o que equivale a mais que o triplo em relação ao segundo semestre deste ano. O aumento é muito maior do que o registrado na comparação com 2019, que girou em torno de 70%, acompanhando a expansão da empresa. O número de apartamentos disponíveis para compra no site da Loft saltou de 3,5 mil para cerca de 6 mil. Até o final do ano, a empresa prevê chegar a 10 mil imóveis ofertados em sua plataforma. O financiamento de imóveis intermediados pela startup – pertencentes ou não ao portfólio da empresa – também cresceu: o volume já é quase 40% maior do primeiro para o segundo trimestre de 2020. Na comparação entre o segundo e terceiro trimestres, o volume de negócios quintuplicou. No fim de setembro, a Loft concluiu a aquisição da Invest Mais, startup que atua como ponte entre grandes bancos e parceiros – assessorias imobiliárias que atendem clientes tomadores de financiamento imobiliário. O volume agregado de financiamentos originados atualmente pela Loft e a Invest Mais é de mais de R$ 1 bilhão ao ano.

Entrevistas virtuais de emprego crescem 2.149% durante a pandemia

O isolamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus tem alterado drasticamente a forma como as empresas conduzem seus processos seletivos. De acordo com a VAGAS.com, especializada em soluções tecnológicas de recrutamento e seleção, a utilização de sua ferramenta de videoentrevista registrou aumento de 2.149% de março a setembro deste ano quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Para se ter uma ideia da explosão da utilização dessa solução, os clientes da companhia conduziram apenas 16 processos com entrevistas virtuais de emprego de março a setembro de 2019 enquanto na mesma época deste ano as empresas realizaram 316. “É uma tecnologia que veio para ficar. As empresas perceberam que esse tipo de solução traz muitos ganhos e vem colaborando de maneira muito significativa para a conclusão de um processo seletivo. Essa ferramenta alia inovação, segurança e confiança, permitindo a continuidade dos processos sem a necessidade de deslocamento dos profissionais”, explica Luciana Calegari, especialista em RH da plataforma. De março a setembro deste ano, 81 clientes da companhia utilizaram a ferramenta da videoentrevista, disponível para empresas usuárias da plataforma de Recrutamento VAGAS for business. Foram 20.562 os candidatos participantes das entrevistas virtuais de emprego de 375 vagas abertas, contabilizando a participação média de 54 candidatos por processo. O tempo médio de respostas por candidato entrevista foi de dois minutos.

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TECNOLOGIA DO BEM

Bomar Pescados viabiliza pele de tilápia para estudos e tratamentos

A empresa cearense Bomar Pescados está fornecendo matéria-prima para o Projeto Pele de Tilápia, da Universidade Federal do Ceará (UFC). Ao todo, já foram viabilizadas mais de três entregas do insumo para os pesquisadores cearenses que desenvolveram uma técnica de tratamento para queimaduras de pele, com o manuseio da pele de tilápia que é rico em colágeno, evitando a perda de água, protegendo-a contra riscos de infecções e acelerando sua recuperação. A última entrega forneceu, aproximadamente, 800 unidades. As peles já foram usadas com sucesso na recuperação dos feridos na explosão do porto de Beirute, Líbano, ocorrido em agosto último e nos incêndios do Pantanal socorrendo animais queimados, por exemplo.

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IMPACTO SOCIAL

Perícia médica do INSS com uso de telemedicina começa na próxima segunda

Começa na próxima segunda-feira (16) o sistema de atendimento das perícias médicas do INSS com uso da telemedicina, em cumprimento à decisão do Tribunal de Contas da União (TCU). O protocolo, que vai até 31 de janeiro de 2021, foi testado por meio de um projeto piloto da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho e do INSS, que simularam o roteiro de procedimentos e o modelo de relatórios médicos. A iniciativa vai certificar a existência de doença ou a ocorrência de acidentes que tenham incapacitado o trabalhador para o exercício da profissão de forma temporária ou definitiva, além de atestar sua melhora para a volta ao trabalho.

Linker zera sua emissão total de papel e plástico

O Linker, conta digital PJ com soluções focadas no empreendedor, fez uma parceria com o Selo eureciclo para zerar a sua emissão de resíduos por meio de compensação ambiental, ou seja, destinar de forma ambientalmente correta uma massa de resíduos equivalente à massa das embalagens que uma empresa coloca no mercado. A preocupação com o tema veio com o lançamento do cartão de crédito físico fornecido para os clientes da fintech. “Os serviços financeiros estão passando por uma profunda transformação e por mais digital que o Linker seja, a consciência socioambiental é um valor muito forte pra gente. Não produzimos lixo em nossos processos internos e não gostaríamos de emitir 5 mil cartões de uma só vez, sem pensar no impacto que isso iria gerar”, conta David Mourão, CEO do Linker. Inicialmente serão compensados cerca de 500 quilos de papel e plástico usados na confecção e envio dos cartões, mas essas quantidades serão revistas ano a ano.

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