Oceana Offshore pede registro de IPO

Amanda Perobelli/Reuters
Amanda Perobelli/Reuters

A oferta prevê distribuição primária (papéis novos, cujos recursos vão para o caixa) e secundária (ações detidas por atuais sócios) de ações ordinárias

A Oceana Offshore pediu na última sexta-feira (7) registro para oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), com parte dos recursos da operação prevista para compra de embarcações e atualização da frota, além de aquisição de empresas para aumentar participação de mercado.

Segundo o prospecto preliminar, a oferta prevê distribuição primária (papéis novos, cujos recursos vão para o caixa) e secundária (ações detidas por atuais sócios) de ações ordinárias, com listagem no segmento Novo Mercado da B3.

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A Oceana Offshore, em conjunto com suas controladas (Grupo CBO), atua no setor de apoio marítimo à indústria de exploração e produção offshore de óleo e gás natural em operações de alto grau de complexidade.

O grupo afirma que atualmente conta com a segunda maior frota de embarcações de apoio marítimo no país, que possuem características tecnológicas adequadas e prontas para operar junto ao setor de exploração e produção.

A receita líquida do grupo somou R$ 1,1 bilhão em 2019 e R$ 669,3 milhões no primeiro semestre de 2020.

Os coordenadores do IPO são BTG Pactual, Bradesco BBI, Citi, Santander Brasil, XP Investimentos, BB Investimentos e Banco ABC Brasil.

O Grupo CBO, controlador da Oceana, tem como acionistas as empresas de investimentos Vinci Partners e Pátria, cada uma com 40%, e o braço de participações do BNDES, BNDESPar, com 20%, segundo o prospecto. (Com Reuters)

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