Forbes Radar: Ânima Educação, Assaí Atacadista, Arezzo e outros destaques corporativos

Últimas notícias sobre: Ânima Educação, Assaí Atacadista, Arezzo, Petrobras, Aeris Energia, Vale, TotalEnergies e CCR.

Mariangela Castro
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No Forbes Radar de hoje (30), a holding de educação nima comunica assinatura de acordo para venda de 25% de sua participação na subsidiária de medicina Inspirali, para a DNA Capital, por R$ 1 bilhão em dinheiro.

Já a Assaí Atacadista anunciou sua quarta emissão de debêntures simples, destinada exclusivamente a investidores profissionais, no valor de R$ 2 bilhões. Os recursos captados com a emissão serão destinados para usos gerais, segunda a companhia, incluindo reforço de caixa.

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Veja estes e outros destaques corporativos do dia:

Ânima (ANIM3)

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A holding de educação nima informou ontem (29) que acertou acordo para vender 25% de participação em sua subsidiária de medicina Inspirali para a DNA Capital por R$ 1 bilhão.

O acordo atribuiu uma avaliação de mercado de R$ 5 bilhões à Inspirali, sem considerar R$ 2 bilhões em dívida da nima relativa à aquisição de escolas de medicina que será alocada à subsidiária, afirmou a holding em fato relevante ao mercado.

Além da Inspirali, a DNA Capital tem investimentos em mais de 20 empresas como Dasa, de medicina diagnóstica, e Viveo, de serviços e produtos para o setor de saúde.

A estrutura do acordo prevê que a nima vai consolidar os números de seus cursos de medicina na Inspirali e depois a subsidiária fará uma emissão de ações ordinárias correspondente a 25% de seu capital, a ser subscrita pela DNA Capital em dinheiro.

O negócio precisa de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), afirmou a nima.

Assaí Atacadista (ASAI3)

A Sendas Distribuidora, também conhecida como Assaí Atacadista, aprovou sua quarta emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, no montante de R$ 2 bilhões. Os títulos serão destinados exclusivamente a investidores profissionais e os recursos serão utilizados pela companhia para usos gerais, incluindo reforço de caixa.

Arezzo (ARZZ3)

A Arezzo comunicou na noite de ontem (29) aos seus acionistas que aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio no valor total bruto de R$ 33.784.559,94, equivalente a R$ 0,339 por ação. Também foi autorizada a distribuição de dividendos, no montante de R$ 26.215.440,06, correspondente a R$ 0,263 por ação. O pagamento será realizado no dia 31 de dezembro, e terá como base a posição acionária do dia 3 de dezembro.

Petrobras (PETR4)

A Petrobras iniciou a fase vinculante para a venda do campo de Catuá, na região capixaba da Bacia de Campos, informou a empresa em comunicado ao mercado ontem (29).

Os potenciais compradores desta fase irão receber carta-convite com instruções sobre o desinvestimento, incluindo orientações para envio de propostas, informou a empresa em nota.

“Essa operação está alinhada à estratégia de gestão de portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando à maximização de valor e maior retorno à sociedade”, acrescentou a petroleira no comunicado.

Existem quatro poços perfurados no campo de Catuá, dos quais três constataram óleo leve em reservatórios carbonáticos, acrescentou a empresa.

Aeris Energia (AERI3)

O Conselho Administrativo da Aeris Energia aprovou a criação de um programa de recompra de até quatro milhões de ações ordinárias de sua emissão, correspondentes a aproximadamente 2% do capital social da empresa. A companhia pretende aplicar recursos disponíveis na aquisição através da Bolsa de Valores, a preço de mercado.

A Aeris afirmou ainda que a cotação atual não reflete o real valor dos seus ativos, a perspectiva futura de rentabilidade e possibilidade de geração de resultados. Ontem (29), os papéis encerraram o dia cotados a R$ 7,48.

Vale (VALE3)

A mineradora Vale projeta que os preços do minério de ferro vão aumentar após as Olimpíadas de Inverno na China, programadas para fevereiro. A companhia aposta que, depois do evento, o país asiático provavelmente permitirá que mais produtores de aço retomem a plena capacidade de produção.

O governo da China tem pedido às fábricas de vários setores, incluindo o aço, que reduzam a produção para diminuir a poluição do ar antes do evento esportivo.

O vice-presidente executivo de estratégia e transformação de negócios da Vale, Luciano Siani, disse ontem (29) a repórteres após reunião com investidores na Bolsa de Valores de Nova York que espera que a atividade industrial na China cresça assim que os jogos acabarem, aumentando os preços do minério de ferro.

Siani, no entanto, não prevê um grande avanço nos preços, e estima que a tonelada de matéria-prima do aço deve ficar entre US$ 90 e US$ 120, ou até US$ 130.

Siani também falou sobre o futuro de algumas unidades de negócios da empresa, como carvão e metais básicos. Ele disse que as discussões sobre a venda do negócio de carvão estão progredindo e que o anúncio deve ocorrer no início de 2022.

Sobre a unidade de metais básicos, o executivo disse que a Vale está trabalhando para torná-la mais independente do restante da empresa, para que a companhia tenha a opção de vendê-la, caso desejar. Ele acrescentou, no entanto, que a decisão sobre metais básicos não ocorrerá antes de 2023.

TotalEnergies (EPA: TTE)

A francesa TotalEnergies no Brasil terá Charles Fernandes como novo diretor-geral a partir de dezembro. Philippe Blanchard, que ocupava a cadeira desde 2018, assumirá a direção da empresa em Suriname, informou a companhia ontem (29).

Fernandes, que antes era diretor-geral na Holanda, é brasileiro e iniciou sua carreira na TotalEnergies em 2004 e atuou em cargos de gestão no Brasil, Angola e Paris. Recentemente, ele atuou como diretor-geral responsável pelas áreas de exploração e produção de gás natural da filial holandesa.

“Charles Fernandes terá pela frente importantes marcos, como o início da campanha de exploração do bloco C-M-541, o desenvolvimento da área sudoeste do campo de Lapa e contribuirá, com a operadora e os parceiros, na entrada em operação das quatro plataformas de Mero, previstas para até 2025”, destacou a empresa.

CCR (CCRO3)

Ecorodovias e CCR informaram ontem (29) que os contratos das suas rodovias no Paraná foram encerrados no final do prazo de concessão de 24 anos.

A Ecorodovias mantinha no estado contratos envolvendo a “Ecovia Caminho do Mar”, que conecta Curitiba ao Porto de Paranaguá, e a Rodovia das Cataratas, que faz ligação com o Mercosul, entre Guarapuava e Foz do Iguaçu. Leia aqui a notícia completa.

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