Ibovespa opera no azul impulsionado por Embraer e commodities

A perspectiva de uma variante Ômicron mais transmissível, mas que não leve a casos tão graves, permanece no radar dos investidores.

Isabella Velleda
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O Ibovespa opera em alta de 0,47%, a 105.511 pontos, às 14h02 de hoje (21), com os ativos de riscos globais se recuperando parcialmente da liquidação de ontem. O índice é impulsionado pelas ações de commodities e pela Embraer (EMBR3), que anunciou fusão de sua subsidiária de aeronaves elétricas, Eve, com uma Spac dos Estados Unidos. Os papéis sobem 17,33%.

A perspectiva de uma variante Ômicron mais transmissível, mas que não leve a casos tão graves, permanece no radar dos investidores. Diversos países, especialmente na Europa, consideram impor novas restrições para conter o avanço do vírus, enquanto nações como a Holanda já anunciaram medidas mais duras.

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“Como o fluxo de notícias está fraco, e conforme se aproxima o final do ano, a liquidez tende a cair, e fatos mais marginais tendem a fazer um pouco mais de preço do que o usual”, afirma Lucas Monteiro, trader de multimercados da Quantitas.

Em Wall Street, os índices sobem, impulsionados pela Nike (NKE) e pela Micron (MU) após divulgação de fortes resultados financeiros trimestrais. Dez dos 11 principais setores do S&P 500 registram alta, com o setor de energia liderando os ganhos a 2,17%.

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Às 14h02, o Dow Jones subia 1,32% a 35.391 pontos; o S&P 500 avançava 1,08% a 4.617 pontos; e o Nasdaq ganhava 1,26% a 15.169 pontos.

A Nike sobe 6,55% após superar estimativas trimestrais de lucro e receita, e demonstrou confiança na redução dos gargalos na cadeia de abastecimento global durante o próximo ano fiscal.

Já a Micron Technology lidera o avanço entre as fabricantes de chips, com salto de 9,72%.

Às 14h02 de Brasília, o dólar era negociado em leve alta de 0,16%, a R$ 5,7502 na venda. A moeda devolveu as perdas registradas mais cedo, mesmo após o Banco Central voltar a entrar em cena com a realização de leilão de moeda à vista. Os investidores permanecem atentos a riscos tanto internacionais quanto locais. (Com Reuters)

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