Fechamento Ibovespa hoje: Bolsa fecha em leve queda após pregão marcado por receio da inflação

Vitória Fernandes
Compartilhe esta publicação:

Acessibilidade


O Ibovespa fechou hoje (7) em queda de 0,22%, a 111.996 pontos, após um pregão marcado pela projeção de inflação divulgada pelo Banco Central nesta manhã, além de perdas que atingiram todo o setor de saúde. Os investidores aguardam pela divulgação da ata do Copom, programada para amanhã.

As ações de Hapvida (HAPV3) e NotreDame (GNDI3) recuaram depois que as companhias afirmaram que uma eventual combinação de seus negócios geraria R$ 1,38 bilhão até 2025, o que decepcionou os analistas. Ambas com queda de 4,67%.

Acompanhe em primeira mão o conteúdo do Forbes Money no Telegram

Outro destaque negativo foi a Oi (OIBR3). O Ministério Público Federal recomendou a reprovação da venda da Oi Móvel para a TIM (TIMS3), Vivo (VIVT3) e Claro. Os ativos da companhia encerraram o dia em queda de 10,38%.

O BB Seguridade (BBSE3) liderou os ganhos do principal índice da Bolsa de Valores após reportar lucro líquido de R$ 1,23 bilhões no 4º trimestre de 2021, acima do esperado pelo mercado. Os papéis fecharam em alta de 5,74%.

Inscreva-se para receber a nossa newsletter
Ao fornecer seu e-mail, você concorda com a Política de Privacidade da Forbes Brasil.

Em Wall Street, os principais índices fecharam em queda após uma sessão com poucos eventos nos Estados Unidos, onde investidores digerem os balanços financeiros da última semana. O Dow Jones fechou estável a 35.091 pontos; o S&P 500 recuou 0,37%, a 4.438 pontos; e o Nasdaq perdeu 0,58%, a 14.015 pontos.

Por lá, os papéis da Peloton (PTON) se destacaram e fecharam em alta de 20,93%. A fabricante de bicicletas ergométricas reverteu o ciclo de perdas das últimas semanas depois que a mídia norte-americana relatou que Amazon e Nike analisam uma possível aquisição da companhia.

O dólar fechou em queda de 1,27%, negociado a R$ 5,2541 na venda, o menor patamar em quase cinco meses. O real liderou os ganhos no dia entre as principais moedas globais, repercutindo um movimento de ajuste e contínuos fluxos atraídos pelas altas taxas de juros. (Com Reuters).

Compartilhe esta publicação: