Indústria da construção eleva perspectiva de crescimento em 2022

A Cbic afirmou que o indicador de nível de atividade do setor em março atingiu 51,3 pontos, melhor patamar desde os 51,7 pontos de outubro do ano passado.

Reuters
Compartilhe esta publicação:
Greg Pease/Getty Images
Greg Pease/Getty Images

Em janeiro e fevereiro, o indicador de nível de atividade registrou 47,4 e 48,2, pontos, respectivamente, segundo a Cbic. No trimestre, a média foi de 49 pontos, maior nível dos últimos 10 anos.

Acessibilidade


A indústria brasileira da construção elevou nesta segunda-feira previsão de crescimento neste ano de 2% para 2,5%, apesar do cenário de inflação e alta de juros, segundo dados divulgados pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic).

Se confirmado, o desempenho marcará o segundo ano consecutivo de crescimento do setor, algo que não acontecia desde 2013, segundo a entidade. Apesar disso, a performance marcará uma forte desaceleração sobre o crescimento de 9,7% do PIB do setor em 2021, segundo a Cbic.

“O ciclo de negócios no mercado imobiliário iniciado no segundo semestre de 2020, continua produzindo resultados positivos”, afirmou a Cbic em apresentação à imprensa. A entidade citou como fatores o avanço do processo de vacinação contra Covid-19, a reabertura da economia, e o maior controle da pandemia no país.

A Cbic afirmou que o indicador de nível de atividade do setor em março atingiu 51,3 pontos, melhor patamar desde os 51,7 pontos de outubro do ano passado. Segundo a entidade, isso “significa que o setor encerrou o primeiro trimestre do ano com crescimento”.

Em janeiro e fevereiro, o indicador de nível de atividade registrou 47,4 e 48,2, pontos, respectivamente, segundo a Cbic. No trimestre, a média foi de 49 pontos, maior nível dos últimos 10 anos.

Inscreva-se para receber a nossa newsletter
Ao fornecer seu e-mail, você concorda com a Política de Privacidade da Forbes Brasil.

Já o mostrador de utilização de capacidade encerrou março em 68%, 3 pontos percentuais acima do registrado em fevereiro e maior patamar desde os 69% de 2014.

Compartilhe esta publicação: