Ibovespa acompanha bom humor externo e volta aos 100 mil pontos

No cenário doméstico, o Boletim Focus mostrou que a expectativa para a inflação ao consumidor diminuiu

Redação
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O Ibovespa iniciou a sessão de hoje (25) em alta de 1,10%, aos 100.016 pontos, por volta das 10h20 (horário de Brasília). O principal índice da B3 opera em linha com os futuros de Wall Street e com as Bolsas da Europa, que avançam nesta manhã.

A semana é pautada pela decisão de política monetária do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, que acontecerá na quarta-feira (27).

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Segundo projeções do Bank of America, Itaú e Bradesco, a expectativa é que ocorra uma alta da mesma magnitude vista na reunião anterior, de 0,75 ponto percentual.

Com isso, os juros iriam para uma faixa de 2,25% a 2,50%, a mesma máxima antes da pandemia da Covid-19, elevando para o que as autoridades chamam de nível “neutro”, que não fornece mais suporte no longo prazo.

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O pré-mercado dos Estados Unidos avançam nesta manhã, com o Dow Jones subindo 0,37%, aos 31.993 pontos. O S&P 500 e o Nasdaq operam na mesma direção, com avanços de 0,32%, aos 3.978 pontos, e 0,25%, aos 12.453 pontos.

Na Ásia, no entanto, o desempenho foi negativo e as Bolsas fecharam em queda. Em Tóquio, o Nikkei registrou perdas de 0,77% e, em Hong Kong, o Hang Seng caiu 0,22%.

Em Taiwan, o Taiex desvalorizou 0,09% e em Xangai, recuou 0,60%. Em Shenzhen, o índice caiu 0,92%. Seul foi a exceção, com o Kospi fechando em alta de 0,44%.

No cenário doméstico, o Boletim Focus mostrou que a expectativa para a inflação ao consumidor diminuiu, mas para 2023 a projeção para a alta dos preços gerais aumentou pela 16ª vez.

O relatório do Banco Central também informou que a taxa básica de juros, a Selic, deve terminar este ano a 13,75%.

Além disso, o BC também divulgou que o Brasil registrou déficit em transações correntes de US$ 2,764 bilhões no mês de março. Os investimentos no país alcançaram US$ 7,581 bilhões no mês e, em março de 2021, havia sido US$ 7,010 bilhões.

O dólar registra queda ante o real, com desvalorização de 1,18%, a R$ 5,4330.

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