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Ouro Ultrapassa US$ 4,3 Mil e Caminha para Maior Aumento Semanal desde 2008

Durante a manhã desta sexta-feira (17), metal subia a 0,2%, enquanto os contratos futuros dos EUA subiam 1%

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ouro caminha para o seu maior ganho semanal desde dezembro de 2008. Nesta sexta-feira (17), a cotação da onça passou dos US$ 4,3 mil (R$ 23.485,00), impulsionada pela incerteza geopolítica e econômica, juntamente com as crescentes apostas de cortes nas taxa de juros dos Estados Unidos, o que tem motivado investidores a buscar a segurança do metal.

Durante esta manhã, o ouro à vista subia 0,2%, para US$ 4.335,87 (R$ 23.629,49) a onça, depois de atingir outro recorde de US$ 4.378,69 (R$ 23.763,26) mais cedo. Os contratos futuros do metal dos EUA para entrega em dezembro saltavam 1%, para US$ 4.348,90 (R$ 23.503,41).

Já a prata à vista caía 0,5%, para US$ 53,96 (R$ 294,87) a onça, depois de atingir um pico recorde de US$ 54,47 (R$ 297,26), acompanhando o rali do ouro e a caminho de um ganho semanal de 7,3%.

O ouro deve registrar um ganho de 8,1% nesta semana. Mais cedo na sessão, ele esteve a caminho de sua maior alta desde setembro de 2008, quando o colapso do Lehman Brothers alimentou a crise financeira global.

“Com as expectativas de corte nos juros, riscos geopolíticos e preocupações bancárias persistentes em jogo, o ambiente permanece altamente favorável ao ouro”, disse Alexander Zumpfe, operador de metais preciosos da Heraeus Metals Germany. “A consolidação de curto prazo é possível, dadas as condições de sobrecompra.”

A queda dos papéis de bancos fazia com que as ações globais caíssem nesta sexta-feira (17), já que os sinais de estresse de crédito dos credores regionais dos EUA levavam os investidores a buscar ativos seguros.

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