Fed Eleva Juros em 0,25 Ponto e Leva Taxa para 3,75% a 4%
Banco central americano cita atividade econômica sólida, consumo resiliente e inflação ainda elevada ao justificar a decisão de elevar os juros
Banco central americano cita atividade econômica sólida, consumo resiliente e inflação ainda elevada ao justificar a decisão de elevar os juros
O IBC-Br recuou mais que o esperado pelo mercado e acumulou retração de 0,3% no trimestre, com indústria e agropecuária puxando a queda. Resultado reforça sinais de desaceleração antes da decisão do Copom
O BCE já subiu juros duas vezes neste ano; Especialistas apontam que EUA e Japão devem anunciar novas altas, enquanto o Brasil rema na contramão
STOXX 600 caiu 0,3%, ao menor nível desde junho, pressionado pela alta do petróleo e dos rendimentos dos títulos; bancos e ações de luxo recuaram
O Copom deve cortar a Selic em 0,25 ponto percentual, para 13,75%. O desafio será indicar se o ciclo continua: inflação, fiscal, petróleo, eleições e Fed pesam sobre os próximos passos
Mercado de trabalho americano recuperou força em agosto, enquanto desemprego permaneceu em 4,1%
A autoridade monetária quer que bancos reconheçam riscos mais cedo, acumulem capital gradualmente e ampliem a sustentabilidade da oferta de crédito
Safra e produção de petróleo sustentaram a atividade no segundo trimestre, mas o contraste com a indústria de transformação mostra que o crescimento se tornou menos disseminado
O Brasil chegou ao segundo trimestre de 2026 com um recorde de 6.341 empresas em recuperação judicial. A crise atravessa setores, mas os juros explicam apenas parte da história
Setor de edificações tem alta de confiança, mas expectativas gerais de investimento e atividade recuam com a lentidão no corte da Selic
Economista-chefe do BTG Pactual aponta que frear as despesas públicas é essencial para a queda dos juros e a retomada de "crescimento sustentável"
A expectativa do mercado agora se volta para setembro, quando novos dados de inflação e atividade deverão definir o ritmo do ciclo de flexibilização monetária
Decisão do Copom foi sustentada por inflação mais fraca e perda de ritmo da economia, mas BC afirma que o ciclo de cortes dependerá dos próximos indicadores
Mercados acompanham expectativa de corte da Selic pelo Copom e divulgação do relatório ADP nos Estados Unidos; petróleo Brent volta a subir e se aproxima de US$ 80
Resultado veio abaixo das expectativas, atingiu 16 dos 25 segmentos; economistas afirmam que o impacto da Selic elevada já aparece na indústria e pode alterar o cenário para PIB, inflação e juros
Mercado espera um corte de 0,25 ponto na Selic na decisão de quarta-feira (5), mas economistas divergem sobre os próximos passos e alertam que inflação, fiscal e Fed podem limitar novos cortes
Mudança diminuiria o número de encontros programados para definir a política monetária e alteraria a comunicação do banco central americano
Dados do Banco Central mostram avanço dos juros no crédito às famílias, inadimplência recorde desde 2011 e renda cada vez mais comprometida com o pagamento de dívidas
O voto de três dirigentes por uma alta de 0,25 ponto percentual, divisão inédita desde 2016, indica que o debate sobre inflação ganhou intensidade dentro do banco central
A decisão foi aprovada por 9 votos a 3, com dissidência de dirigentes que defendiam uma elevação de 0,25 ponto percentual diante da inflação ainda acima da meta de 2%
Energia elétrica sobe com bandeira tarifária, mas queda em alimentos contém o IPCA-15 e leva acumulado em 12 meses a 4,52%
Recuo interrompe sequência de quatro meses de crescimento e vem puxado por petróleo, biocombustíveis e mineração
Mesmo com os juros altos, o PIB segue perto de 2%. Economistas apontam mudanças estruturais que ajudam a explicar o fenômeno
Déficit primário chegou a R$ 56,1 bilhões em maio, enquanto a despesa com juros alcançou R$ 107,5 bilhões, ampliando a pressão sobre as contas públicas
Com inflação ainda acima da meta e um mercado de trabalho resiliente, novo presidente do Fed estreia com discurso mais duro e reduz as pistas sobre o futuro dos juros
Com taxa real de 10,09%, país lidera ranking internacional e segue no topo mesmo nos cenários de redução dos juros simulados pelo estudo
Para Cassiana Fernandez, o Brasil tem fatores estruturais que sustentam uma visão positiva de longo prazo, mas enfrenta desequilíbrios que limitam uma queda mais acelerada da Selic
As decisões monetárias já parecem definidas dos dois lados. A dúvida que move os mercados agora é até onde bancos centrais estão dispostos a ir no combate à inflação
Primeira grande autoridade monetária a reagir ao choque energético provocado pela guerra, o BCE sinaliza que a inflação voltou ao centro das preocupações globais
Banco Central Europeu elevou as taxas de juros pela primeira vez em quase três anos; inflação no bloco já está acima de 3%, bem acima da meta de 2%
De um lado, o BC enfrenta a desaceleração da atividade, reflexo dos efeitos defasados dos juros elevados; de outro, choques externos deterioram as expectativas