A loja online de móveis, decoração e artigos para casa Westwing informou ao mercado nesta terça-feira, 20, que a Mastercard passou a deter uma participação relevante na companhia, equivalente a 31,87% do seu capital social, após a execução de uma alienação fiduciária. O mecanismo permite que ações dadas em garantia passem ao credor em caso de inadimplência.
Segundo fato relevante divulgado nesta terça-feira (20), a Mastercard recebeu cerca de 3,5 milhões de ações da varejista que dão direito a voto em assembleias, em decorrência da execução da garantia.
A Westwing não detalhou o cronograma ou o formato da venda das ações, nem eventuais impactos sobre sua estrutura acionária após a alienação.]
A Mastercard informou que não pretende votar em assembleias; não influenciará decisões da companhia e atua apenas como credora em processo de recuperação do valor. Seu objetivo é vender os papéis no mercado. Ou seja, a empresa de tecnologia para meios de pagamento não quer ser acionista estratégica da Westwing.
A venda dos papéis no mercado pode ocorrer por leilão, negociação em bolsa ou operação privada, conforme permitido por lei.