1. Início
  2. /
  3. Forbes Mulher
  4. /
  5. 10 autobiografias de mulheres impressionantes para ler e se inspirar
Forbes Mulher

10 autobiografias de mulheres impressionantes para ler e se inspirar

Ao contar suas histórias, elas encorajam muitas outras a superar barreiras e trilhar caminhos de sucesso, na carreira e na vida

2 min
Guilherme Samora
Guilherme SamoraUma das maiores artistas brasileiras de todos os tempos, Rita Lee narrou sua vida em uma autobiografia sincera, divertida e emocionante

Contar a própria história é algo poderoso. Pode ser uma saída para elaborar traumas, reafirmar o controle da sua narrativa e inspirar gerações que vêm a seguir. Quando figuras do calibre de Fernanda Montenegro, Rita Lee e Viola Davis decidem se abrir e revelar vulnerabilidades, falar do passado para chegar ao presente, nos aproximamos e nos reconhecemos nelas. “Nossas histórias, e a coragem de compartilhá-las, são as ferramentas de empatia mais poderosas que temos”, disse Viola Davis sobre sua autobiografia, “Em Busca de Mim”

Nela, o leitor passa por toda a vida da atriz. Da infância, vivendo com a família em um apartamento caindo aos pedaços, ao auge da fama. Viola faz parte de um seleto grupo de artistas que atingiram o status “EGOT”, por terem recebido os principais prêmios norte-americanos – Emmy, Grammy, Oscar e Tony. Alcançou esse nível no ano passado, depois de ganhar um Grammy por narrar o audiolivro da sua autobiografia.

  • Siga a Forbes no WhatsApp e receba as principais notícias sobre negócios, carreira, tecnologia e estilo de vida

No entanto, outras histórias não renderam grandes reconhecimentos para suas autoras ainda em vida. É o caso de Carolina Maria de Jesus, cujo diário foi publicado como o livro “Quarto de despejo”. Catadora de papel e mãe solo, Carolina de Jesus transporta os leitores para a sua dura rotina na comunidade do Canindé, em São Paulo. 

Compartilha seus relatos pessoais, mas também representa a experiência coletiva, assim como fazem Anne Frank e Marjane Satrapi, retratando a vivência dos judeus em meio ao regime nazista e a revolução iraniana, em suas autobiografias “Diário de Anne Frank” e “Persépolis”, respectivamente.

Leia também:

Abaixo, veja 10 autobiografias de mulheres que compartilharam suas trajetórias para desmistificar idealizações, relembrar sucessos e fracassos e inspirar muitas outras.

Assine Forbes. Inspire-se, lidere, conquiste. Ao se cadastrar, você concorda com nossa Política de Privacidade e com o uso de seus dados para fins de comunicação.